- Jensen Huang, CEO da Nvidia, afirmou na Computex de Taipei que a Marvell Technology será a próxima empresa a valer US$ 1 trilhão.
- A Marvell tinha, no fechamento anterior, capitalização de mercado de US$ 192 bilhões, o que exigiria mais de cinco vezes esse valor para chegar ao trilhão segundo Huang.
- As ações da Marvell dispararam cerca de 25% no pré-mercado americano, segundo a Reuters, acrescentando mais de US$ 47 bilhões em valor de mercado caso o movimento se mantenha.
- Em março de 2026, a Nvidia anunciou um investimento de US$ 2 bilhões na Marvell para facilitar o uso de chips de IA da Marvell com equipamentos da Nvidia.
- A Marvell espera que seu negócio de ASICs para hiperscaladores supere US$ 10 bilhões em receita no ano fiscal de 2029, com a empresa atuando em chips de conectividade para data centers, redes e automotiva.
Jensen Huang, CEO da Nvidia, afirmou nesta terça-feira, 2, que a Marvell Technology é a próxima empresa a alcançar a marca de US$ 1 trilhão. O comentário foi feito no palco da Computex, em Taipei, ao lado do CEO da Marvell, Matt Murphy, e já impactou o mercado.
A Marvell atua no coração da infraestrutura de IA, desenvolvendo chips de alto desempenho para data centers, nuvem, redes, 5G e sistemas automotivos. Seu foco está nos chips de conectividade que permitem a troca de dados entre milhares de processadores dentro de um data center.
Em março de 2026, a Nvidia divulgou um investimento de US$ 2 bilhões na Marvell para facilitar o uso de chips de IA da Marvell com os sistemas da Nvidia. No ano fiscal de 2029, a Marvell estima superar US$ 10 bilhões em receita com seus ASICs para hiperescaladores.
O movimento de Huang na Computex não é novo. Na semana anterior, o anúncio envolvendo a RTX Spark mexeu com ações de Nvidia e de rivais. A estratégia parece visar a criação de um ecossistema em que Nvidia, Marvell e parceiros formem um alinhamento interdependente.
Embora a meta declarada ainda esteja longe, a visão de Huang sugere que a distância entre projeção e realidade vem diminuindo. A Marvell, hoje menos conhecida do público, aparece como peça-chave nessa aposta de integração de plataformas.
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