- A inflação da zona do euro atingiu 3,2% em maio, acima dos 3,0% de abril, impulsionada por energia e serviços.
- O núcleo da inflação também acelerou, sinalizando pressões de preços disseminadas na economia.
- O cenário fortalece a expectativa de que o Banco Central Europeu mantenha o aperto monetário e possa elevar juros ainda em junho.
- A atividade econômica permanece fragilizada, devido aos custos energéticos elevados.
- A crise geopolítica no Oriente Médio segue influenciando o ambiente econômico da região.
A inflação da zona do euro acelerou para 3,2% em maio, frente aos 3,0% de abril. O avanço foi impulsionado pelos custos de energia e pelos serviços, segundo dados oficiais divulgados nesta terça-feira.
O núcleo da inflação, que exclui itens voláteis como alimentos e energia, também ganhou fôlego. A leitura reforça a percepção de pressões inflacionárias que podem sustentar o aperto monetário no curto prazo.
Núcleo da inflação também acelera
A leitura mais ampla, aliada ao aumento do núcleo, aumenta as especulações sobre uma nova alta de juros pelo Banco Central Europeu ainda em junho. Economistas avaliam que o BCE pode manter o foco em política monetária restritiva.
A atividade econômica da região segue fragilizada, enfrentando custos de energia elevados e impactos da crise geopolítica no Oriente Médio. O banco central europeu acompanha o cenário para calibrar decisões futuras.
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