- Mato Grosso adotou equilíbrio fiscal desde 2019, reduzindo o endividamento de 46% para 16% da receita corrente líquida e recebeu a nota A do Tesouro Nacional.
- O governo duplicou a rodovia BR-163 com recursos próprios, ligando Cuiabá a Santarém, fortalecendo o transporte regional.
- O estado aproveita o ciclo do agronegócio, com destaque para destilarias de etanol de milho e produção de DDG, subproduto utilizado na alimentação animal.
- O ensino médio em Mato Grosso ficou em segundo no Brasil em 2023, impulsionando o Ideb do 22º lugar para a 8ª posição entre as unidades federativas.
- A reportagem aponta que o progresso também ocorre em Goiás e outras regiões agrícolas, associando prosperidade econômica a avanços na educação e criticando práticas de política tradicional.
O Mato Grosso aparece como exemplo de prosperidade ao combinar equilíbrio fiscal, expansão do agronegócio e avanços na educação. Em Cuiabá, governadores e empresários sinalizam que o Estado está moldando seu próprio caminho de desenvolvimento.
O governo estadual, sob Otaviano Pivetta, anunciou avanços com recursos próprios na duplicação da BR-163, ligando Cuiabá a Santarém. A obra visa melhorar o escoamento da produção e reduzir gargalos logísticos.
A gestão fiscal de 2019 em diante estabilizou as contas públicas, reduzindo o endividamento de 46% para 16% da receita corrente líquida e recebendo nota A do Tesouro Nacional.
O ciclo de alta rentabilidade do agro impulsionou investimentos, com destaque para destilarias de etanol de milho. O processo gera resíduos DDG para rações e amplia a cadeia de valor no interior.
No campo da educação, o Mato Grosso registrou avanços relevantes. Em 2023, o ensino médio ficou em 2º lugar no IDEB entre as unidades da Federação, subindo da 22ª para a 8ª posição.
Essa evolução educacional é apontada como fator-chave para ampliar a produtividade e consolidar o crescimento gerado pelo agronegócio, segundo avaliações do INEP.
Comparações com outros estados destacam que Goiás também vem ampliando desempenho educacional, enquanto o Brasil observa a influência do setor agro no dinamismo regional.
Olhando para o interior do país, áreas como o Centro-Oeste mostram potencial para novas oportunidades econômicas, especialmente quando associadas a políticas públicas eficientes e planejamento de longo prazo.
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