- O Nubank anunciou que Rob Livingston assumirá o cargo de diretor financeiro (CFO) a partir de 13 de julho, ocupando a posição deixada por Guilherme Lago.
- Livingston atuava como CFO para a América do Norte da Visa e já liderou Finanças Corporativas e Relações com Investidores da Visa, além de ter sido CFO da Visa Europe e integrante do conselho da Visa Limited.
- Guilherme Lago deixa o posto, após sete anos na empresa; ele ajudará na transição até 31 de agosto e, depois, passará a conselheiro especial da Diretoria Executiva da Nu Holdings e do Comitê de Auditoria e Riscos.
- O CEO David Vélez afirmou que a mudança é resultado de uma decisão voluntária de Lago e não deve alterar a estratégia da empresa, que segue com foco no Brasil e na expansão internacional, especialmente México e Colômbia.
- O Nubank também criará o cargo de CFO para o Brasil, com nomeação a ser anunciada posteriormente; analistas do Citi veem a transição como preparação para uma fase de operação internacional e melhoria na gestão de capital e retorno.
O Nubank informou que Rob Livingston assumirá o cargo de diretor financeiro (CFO) a partir de 13 de julho. O anúncio ocorre após a saída de Guilherme Lago, que está na fintech desde 2016 e deixará o posto até 31 de agosto para migrar à função de conselheiro especial.
Livingston chega da Visa, onde atuava como CFO para a América do Norte e já liderou Finanças Corporativas e Relações com Investidores. Entre os cargos anteriores, ele foi CFO da Visa Europe e integrou o conselho da Visa Limited.
A transição não altera a estratégia da Nubank. A empresa continua focada no Brasil e na expansão internacional, com operações crescentes no México e na Colômbia. Lago participará do processo de transição até agosto para assegurar continuidade.
Em paralelo, o Nubank informou a criação do cargo de CFO específico para o Brasil. A nomeação para essa posição será anunciada posteriormente, alinhada ao modelo de liderança já utilizado no México e na Colômbia.
Analistas do Citi veem a troca como preparação para uma fase de maior internacionalização. A startup financeira pode aprimorar a gestão de capital, eficiência na captação e a orientação de retornos com a nova liderança global.
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