- A Polícia Federal deflagrou na manhã de 02/06 a operação Linha Fantasma para combater o golpe da central falsa de banco, atuando em São Paulo e em Feira de Santana (BA).
- Foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em Feira de Santana e um em São Paulo, além de dois mandados de prisão temporária e duas prisões em flagrante.
- O grupo utilizava centrais de atendimento falsas com números iniciados por 0800 para induzir vítimas a fornecer dados pessoais e bancários.
- Os investigados podem responder por fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de dinheiro, entre outros delitos.
- A apuração começou a partir de informações de uma operadora de telefonia sobre mensagens fraudulentas que simulavam compras ou transações suspeitas.
O golpe da central falsa de banco ganhou as manchetes nesta terça-feira, 2 de junho. A Polícia Federal deflagrou a Operação Linha Fantasma, para desarticular esquema que usa SMS fraudulentos e números que imitam instituições financeiras. A ação ocorreu em São Paulo e em Feira de Santana, na Bahia.
Na operação, foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão em Feira de Santana e um em São Paulo. Além disso, houve dois mandados de prisão temporária e duas prisões em flagrante. Os mandados foram expedidos pela 4ª Vara Federal de Sorocaba, interior de São Paulo.
Os investigados podem responder por fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de dinheiro, entre outros crimes ainda a serem identificados. As informações iniciais são de que as vítimas eram contatadas por números iniciados por 0800, alegando compras suspeitas.
Segundo apurações, o grupo utilizava empresas formalmente constituídas e infraestrutura tecnológica para conferir aparência de legitimidade às fraudes. Também há indícios de movimentação financeira fracionada para dificultar o rastreamento dos valores.
Desdobramentos da investigação
A apuração teve início a partir de informações de uma operadora de telefonia, que relatou envio massivo de mensagens alegando transações suspeitas. As mensagens orientavam o contato com centrais de atendimento falsas.
Vitimers eram induzidos a fornecer dados pessoais e bancários ou realizar procedimentos que davam acesso às contas. A PF não informou o total de vítimas ou valores envolvidos até o momento.
A polícia informou que as investigações continuam, com aprofundamento de sinais de organização criminosa e de eventuais demais delitos relacionados ao esquema.
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