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PF realiza operação contra golpe bancário via central telefônica

Operação Linha Fantasma cumpre mandados em São Paulo e Feira de Santana para desarticular golpe que usava números 0800 e falsas centrais de atendimento

Operação Linha Fantasma tem o objetivo de combater esquema de fraudes bancárias eletrônicas praticadas por meio do envio de mensagens SMS fraudulentas e utilização de falsas centrais telefônicas
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  • A Polícia Federal deflagrou a Operação Linha Fantasma para combater fraudes eletrônicas por meio de mensagens de celular e de falsas centrais telefônicas.
  • Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão — um em São Paulo e dois em Feira de Santana (Bahia) — além de dois mandados de prisão temporária e duas prisões em flagrante.
  • As investigações indicam que vítimas recebiam mensagens informando compras ou transações suspeitas e eram orientadas a ligar para números iniciados por 0800, usados como centrais falsas.
  • O grupo utilizava empresas formalmente constituídas e infraestrutura tecnológica para dar aparência de legitimidade às fraudes, com movimentação financeira fracionada.
  • Respondem por crimes de fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de dinheiro, entre outros, conforme o andamento das investigações.

A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira a Operação Linha Fantasma, para combater fraudes bancárias eletrônicas via mensagens SMS e falsas centrais telefônicas. A ação, realizada no âmbito de investigações da 4ª Vara Federal de Sorocaba, visa coibir golpes que usavam números 0800 para parecer atendimento legítimo.

Segundo a PF, foram cumpridos três mandados de busca e apreensão, sendo um em São Paulo e dois em Feira de Santana, na Bahia. Também houve dois mandados de prisão temporária nas mesmas cidades, além de duas prisões em flagrante. As medidas visavam interromper a estrutura criminosa.

A investigação teve início após informações de uma operadora de telefonia, que identificou envio em massa de mensagens alegando compras ou transações suspeitas. Os textos instruíam as vítimas a contatar números 0800, usados como falsas centrais de atendimento.

Mandados e locais

Os agentes identificaram que o grupo simulava centrais de atendimento para induzir pessoas a fornecer dados pessoais e bancários. As vítimas também eram levadas a realizar procedimentos que facilitaram o acesso às contas.

A PF aponta que o grupo utilizava empresas formalmente constituídas e infraestrutura tecnológica para conferir aparência de legitimidade às fraudes. Houve movimentação financeira fracionada, atribuída a dificultar o rastreamento de valores.

Os investigados podem responder por fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de dinheiro, entre outros delitos. As apurações aguardam desdobramentos, com continuidade de diligências.

A operação ocorre no contexto de ações de cooperação técnica entre a Polícia Federal, a Febraban e instituições financeiras e de pagamento, conforme informações oficiais.

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