- O Brasil importou 1,04 milhão de metros cúbicos de diesel em maio de 2026, segundo a Secretaria de Comércio Exterior, com alta de 18,5% frente a abril.
- A Rússia manteve-se como principal fornecedora, com 1,04 milhão de metros cúbicos no mês, queda de 5,27% na comparação com abril.
- Os Estados Unidos ficaram em segundo lugar, com vendas de 389,5 mil metros cúbicos, aumento de 259,4% no último ano.
- A Petrobras responde por cerca de 70% do diesel consumido no Brasil; os demais 30% são importados de várias origens.
- Mesmo diante do conflito no Oriente Médio, que intensificou o mercado de petróleo, a Rússia manteve a posição de maior exportador para o Brasil, beneficiada por descontos de preço.
O Brasil aumentou em 18,5% as importações de diesel em maio de 2026 em relação a abril, segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior (Secex). O volume total chegou a 1,04 milhão de metros cúbicos. A Rússia manteve-se como principal fornecedora do combustível.
Os Estados Unidos aparecem como o segundo maior fornecedor, com vendas ao Brasil crescendo 259,4% no último ano, totalizando 389,5 mil metros cúbicos. A Petrobras continua respondendo por cerca de 70% do diesel consumido no mercado interno, enquanto os 30% restantes são supridos por importações de diversas origens.
Contexto de mercado
O conflito no Oriente Médio, iniciado em 28 de fevereiro de 2026, intensificou a disputa por petróleo e derivados. A Rússia manteve a liderança entre exportadores para o Brasil, em meio a descontos de preços frente a concorrentes europeus. A combinação de custos competitivos e disponibilidade sustenta a preferência brasileira pelo diesel russo.
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