- O dólar comercial fechou em R$ 5,067, alta de 1,15%.
- O Ibovespa caiu 2,22%, aos 170.330,63 pontos.
- A movimentação ocorreu após a proposta dos EUA de tarifa de 25% sobre uma ampla lista de produtos importados do Brasil.
- O USTR marcou audiência pública para 6 de julho; o Brasil pode responder até 15 de julho.
- Algumas categorias ficaram isentas da tarifa, como carnes, frutas, minerais, café, aeronaves e fertilizantes.
O dólar comercial subiu 1,15% nesta quarta-feira (3 jun 2026) e fechou vendido a R$ 5,067. O Ibovespa, principal indicador da B3, caiu 2,22%, aos 170.330,63 pontos. O movimento reflete a pressão externa sobre o câmbio e o mercado de ações.
Amanhã houve reação de investidores após o governo dos EUA propor tarifa de 25% sobre uma ampla lista de produtos importados do Brasil. A proposta foi apresentada na segunda-feira (1º jun 2026) após investigação comercial do USTR.
Reação de mercado e próximos passos
Investidores acompanham os desdobramentos das negociações entre Brasil e EUA. Grandes empresas exportadoras de commodities, aço e carne podem sofrer impacto nos lucros com as tarifas.
Prazos e exceções
A proposta ainda não entrou em vigor. O USTR marcou audiência pública para 6 de julho. O Brasil pode apresentar respostas até 15 de julho, conforme calendário oficial.
Produtos poupados da tarifa
Alguns itens ficaram isentos, entre eles carnes, frutas, minerais, café, chá, cereais, sementes, plantas industriais e medicinais, palhas e forragens. Também há exceções para aeronaves, terras-raras, químicos orgânicos, farmacêuticos e fertilizantes.
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