Em Alta Copa do Mundo NotíciasPessoasAcontecimentos internacionaisConflitosPolítica

Converse com o Telinha

Telinha
Oi! Posso responder perguntas apenas com base nesta matéria. O que você quer saber?

Governo reduz exigência de acesso ao Plano Brasil Soberano

Governo reduz de cinco para um por cento o teto de impacto e amplia acesso a crédito do Plano Brasil Soberano para exportadores afetados por tarifas e conflitos no Oriente Médio

Crédito: Freepik
0:00
Carregando...
0:00
  • O governo reduziu de 5% para 1% o impacto no faturamento exigido para solicitar linhas de crédito do Plano Brasil Soberano, conforme portaria conjunta publicada nesta quarta-feira (3).
  • As novas regras entram em vigor na próxima segunda-feira (8).
  • Podem acessar os financiamentos os grupos 1 e 3 do Plano Brasil Soberano: grupo 1 exportadores de bens industriais afetados por tarifas dos Estados Unidos; grupo 3 exportadores industriais com operações no Oriente Médio.
  • Critério de elegibilidade: o faturamento com exportações precisa representar ao menos 1% do total no período de referência (grupo 1: 1 de julho de 2024 a 30 de junho de 2025; grupo 3: 1 de janeiro a 31 de dezembro de 2025).
  • Linhas disponíveis incluem capital de giro, produção voltada à exportação, aquisição de máquinas e equipamentos, ampliação de capacidade, inovação e adaptação de produtos; elegibilidade para grupo 1 pode ser consultada via Gov.br a partir de quinta-feira (4); grupo 3 pode verificar CNAE no CNPJ.

O governo anunciou uma mudança no Plano Brasil Soberano para facilitar o acesso de empresas afetadas por tarifas dos EUA ou pelos conflitos no Oriente Médio. A redução do requisito de impacto no faturamento simplifica a solicitação de linhas de crédito. A decisão foi publicada via portaria conjunta entre Fazenda e MDIC.

A medida reduz o percentual mínimo de impacto no faturamento de 5% para 1%. As novas regras entram em vigor na próxima segunda-feira. O objetivo é ampliar a participação de empresas afetadas pela instabilidade internacional.

Beneficiários e mudanças

Empresas exportadoras e fornecedoras impactadas por tarifas dos EUA ou pelos conflitos no Oriente Médio passam a poder solicitar crédito com perdas de receita menores. Passam a integrar os grupos 1 e 3 do plano.

Grupo 1 abrange exportadores de bens industriais e fornecedores atingidos pelas tarifas. Grupo 3 considera exportadores industriais com operações no Oriente Médio afetadas pelos conflitos.

Critérios de elegibilidade

Para acessar o crédito, companhias dos grupos 1 e 3 precisam comprovar que as exportações equivaleram a 1% do faturamento bruto no período de referência. O requisito anterior era de 5%.

No grupo 1, a referência é o período de 1º de julho de 2024 a 30 de junho de 2025. No grupo 3, o período avaliado é 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2025.

Setores contemplados e próximos passos

Entre os setores do grupo 1 estão aço, cobre, alumínio, automotivo e moveleiro. Também permanecem no escopo têxtil, químico, farmacêutico, eletrônicos, borracha, plástico, equipamentos de transporte e minerais críticos.

O ministro Márcio Elias Rosa informou que a medida protege empresas e empregos diante da instabilidade internacional. O presidente do BNDES, Aloizio Mercadante, citou que a ampliação atende firmas já impactadas, mesmo sem atingir 5%.

Como consultar elegibilidade

As empresas dos grupos 1 e 3 poderão consultar a elegibilidade a partir desta quinta-feira, 4 de julho, pela plataforma Gov.br com certificado digital. Empresas do grupo 2 devem verificar CNAE no CNPJ para confirmação.

Linhas disponíveis

O Plano Brasil Soberano oferece crédito para capital de giro, produção voltada à exportação, aquisição de máquinas, ampliação da capacidade produtiva, inovação e adaptação de produtos, serviços e processos. Dados são da Agência Brasil.

Comentários 0

Entre na conversa da comunidade

Os comentários não representam a opinião do Portal Tela; a responsabilidade é do autor da mensagem. Conecte-se para comentar

Veja Mais