- Kalshi se tornou a primeira bolsa de contratos de eleições legais nos EUA em mais de um século, após vencer processo contra a Comissão de Comércio de Futuros de Commodities dos EUA antes das eleições de 2024.
- Luana Lopes Lara, ex-bailarina e graduada pelo MIT, é diretora de operações da Kalshi e uma das 10 mulheres na lista Iconoclast 50 da Forbes, com empresa que gera cerca de US$ 1,5 bilhão em receita anual.
- A dupla cofundadora da Kalshi, Luana e Tarek Mansour, possuem participação estimada de 12% cada; a Kalshi está avaliada em US$ 22 bilhões.
- Gwynne Shotwell, COO da SpaceX, figura central na empresa, é reconhecida como a força por trás de operações, crescimento e possível IPO da SpaceX; a empresa busca expansão, incluindo data centers de IA no espaço.
- Na mídia e entretenimento, Taylor Swift, Beyoncé Knowles-Carter e J.K. Rowling aparecem na Iconoclast 50, com Swift adquirindo novamente direitos de seus primeiros álbuns, Beyoncé alcançando bilhão de dólares com Parkwood Entertainment e Rowling retornando ao status de bilionária via projeto com a HBO.
Em 2023, a brasileira Luana Lopes Lara, ex-bailarina e graduada pelo MIT, reuniu-se com o cofundador Tarek Mansour para discutir uma ação contra o governo dos EUA. A proposta parecia improvável aos investidores, mas o objetivo era ousado: abrir contratos eleitorais legais nos EUA.
Ao final de 2023, a Kalshi, startup de previsões com sede em Nova York, processou a Comissão de Negociação de Contratos Futuros de Commodities. A batalha regulatória levou à aprovação para oferecer apostas em eleições políticas, antes restritas a acadêmicos e entusiastas.
Na eleição de 2024, a Kalshi emergiu como referência em mercados de previsões, movendo discussões públicas e oferecendo novas possibilidades de participação do público. O movimento ajudou a consolidar o setor no debate financeiro.
Luana Lopes Lara tornou-se diretora de operações da Kalshi, posição que a tornou uma das jovens bilionárias self-made. A empresa, que fatura cerca de US$ 1,5 bilhão ao ano, opera com foco em esportes, cultura, política e eventos variados.
Mansour e Luana detêm, segundo estimativas, participações próximas de 12% cada na Kalshi, avaliada em torno de US$ 22 bilhões. Ambos completaram 30 anos recentemente, entrando para a lista inaugural Iconoclast 50 da Forbes como as jovens mais influentes.
A lista Iconoclast 50 traz mulheres que moldam negócios de tecnologia, mídia e entretenimento. Entre elas estão figuras que doam fortunas para causas sociais, além de inovadoras que lideram grandes empresas sem abrir mão de autonomia.
Gwynne Shotwell, COO da SpaceX, figura entre as premiadas. Ela é apontada como força motriz nos lançamentos da empresa e na condução de estratégias para um potencial IPO. Shotwell é reconhecida pela gestão operacional e pela cultura de alto desempenho.
No âmbito de mídia e entretenimento, Taylor Swift e Beyoncé figuraram como exemplos de liderança estratégica. Swift recuperou direitos autorais de seus primeiros álbuns e ampliou atuação empresarial; Beyoncé consolidou Parkwood Entertainment como motor do seu império criativo.
J.K. Rowling também figura na lista, retornando ao clube dos bilionários em 2025. O êxito decorre, em parte, de acordos envolvendo a franquia Harry Potter e parcerias com plataformas de streaming, consolidando uma nova fase de riqueza.
Ao longo da trajetória, as premiadas mostram como liderança feminina avança em setores tradicionais e emergentes. O acúmulo de operações, investimentos e estratégias de longo prazo define o perfil das novas referências de mercado.
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