- O chefe de comércio, Greer, afirmou que “um acordo é um acordo” e sinalizou que é possível implantar novas tarifas sem quebrar termos de acordos bilaterais, para economias como União Europeia e Japão que tinham limites nos encargos dos EUA.
- A Casa Branca anunciou, na noite de terça-feira, uma proposta para cobrar tarifas de pelo menos dez por cento de sessenta economias, com base numa investigação do Section 301 sobre a forma como parceiros lidam com mercadorias supostamente produzidas com mão de obra forçada.
- A medida cria incerteza entre parceiros comerciais, incluindo a União Europeia, que havia fechado um acordo tarifário quase há um ano em Turnberry, na Escócia.
- A investigação avalia se parceiros comerciais respeitam padrões de produção, especialmente quanto a uso de trabalho forçado.
- A divulgação ocorre depois de decisões sobre prorrogas e ajustes de tarifas, com foco em corrigir práticas identificadas pela análise do Section 301.
O chefe de comércio da administração sinalizou confiança de que é possível impor novas tarifas sem violar termos de acordos bilaterais. A declaração ocorreu em referência aos limites de tarifas acordados entre a União Europeia e o Japão, que aceitaram tetos sobre as taxas americanas aplicadas a seus envios.
Na mesma linha, a Casa Branca anunciou uma proposta na terça-feira para impor tarifas de pelo menos 10% sobre 60 economias. A medida resulta de uma investigação do Section 301 sobre como parceiros comerciais lidam com bens supostamente produzidos por trabalho forçado.
O contexto envolve a atuação da administração em meio à incerteza entre parceiros, especialmente a UE, que firmou um acordo de tarifas quase um ano atrás em Turnberry, na Escócia. O objetivo é ampliar ações comerciais sob a justificativa de condições de trabalho nas cadeias produtivas globais.
Proposta amplia tarifas para dezenas de economias
- A iniciativa aponta para tarifas mínimas de 10% sobre produtos importados de 60 países, segundo a avaliação da administração.
- O foco está em bens produzidos com uso de trabalho forçado; a medida deriva de um longo processo de avaliação de práticas trabalhistas ao redor do mundo.
- O anúncio ocorre após negociações e acordos prévios com parceiros que tinham limites estabelecidos, buscando manter a compatibilidade com compromissos existentes.
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