- Petrobras e IG4 assumem controle da Braskem; anúncio ocorreu em 3 de junho de 2026 e negócio foi assinado em abril.
- A IG4 passa a deter 50,1% das ações com direito a voto da Braskem, por meio do fundo Shine.
- A Petrobras fica com 47% das ações com direito a voto.
- A Novonor (ex-Odebrecht) mantém 4% das ações, sem direito a voto.
- A operação consolida a Braskem sob controle conjunto das duas acionistas.
A Petrobras e a IG4 concluíram a operação para tornar-se co-controladoras da Braskem, empresa petroquímica controlada por parceria. O anúncio foi feito em comunicado divulgado nesta quarta-feira, 3 de junho de 2026. O acordo já havia sido assinado em abril, após negociações entre as partes.
Com a nova estrutura, a IG4 passa a deter 50,1% das ações com direito a voto da Braskem, por meio do fundo Shine. A Petrobras fica com 47% das ações com direito a voto. A Novonor, antiga controladora, manterá 4% em ações, porém sem direito a voto.
Estrutura de controle e impactos
A mudança amplia o peso da IG4 na gestão da Braskem, alterando o equilíbrio de poder entre os acionistas. A Petrobras permanece como sócia relevante, mantendo participação expressiva, sem alterar substancialmente o papel da Novonor, que retém participação minoritária sem direito a voto.
O acordo, firmado há meses, envolve medidas para alinhamento estratégico, governança e possíveis desinvestimentos. A Braskem continuará operando como empresa integrada, com foco em investimentos e expansão de sua capacidade produtiva.
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