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Petrobras, Itaúsa e financeiras lideram carteiras de dividendos de junho

Junho traz carteiras de dividendos mais previsíveis, com Petrobras, Itaúsa e bancos mantendo proventos aprovados em meio à volatilidade recente

Veja quais ações de dividendos entraram e saíram das carteiras recomendadas de junho. Petrobras, Itaúsa, Caixa Seguridade e Sanepar aparecem entre as preferidas das casas de análise.
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  • Junho traz carteiras de dividendos mais voltadas à previsibilidade, conforme analisam BB Investimentos, Safra Corretora, Planner, Terra Investimentos e Andbank, diante de um mercado instável.
  • BB Investimentos monta carteira com peso igual para cada ativo, incluindo Petrobras (PETR4) com yield projetado de 10,4% e Taesa (TAEE11) com retorno acima de 10%.
  • No setor financeiro, Bradesco (BBDC4), Caixa Seguridade (CXSE3) e Itaúsa (ITSA4) aparecem pela capacidade de distribuir proventos, ao lado de Allos (ALOS3), TIM (TIMS3), Direcional (DIRR3), Ambev (ABEV3) e Bradespar (BRAP4), totalizando yield médio estimado de 9% para 2026.
  • Safra aposta em carteira diversificada com Petrobras (PETR4), Itaúsa (ITSA4), Bradesco (BBDC4), Caixa Seguridade (CXSE3), CPFL Energia (CPFE3), Copel (CPLE3), Allos (ALOS3), Marcopolo (POMO4) e Vale (VALE3), estimando yield de 8,4% para 2026.
  • Planner privilegia empresas com proventos já aprovados ou com alta probabilidade de anúncio próximo; Itaú Unibanco (ITUB4) teve JCP de R$ 0,36188 por ação, enquanto ABCB4, CXSE3, PETR4 e SAPR11 aparecem como entradas.

As carteiras sugeridas para junho mantêm o foco na previsibilidade de caixa e em proventos já aprovados, em meio a um cenário volátil de mercados. O mês de maio mudou o humor do investidor, com queda relevante na bolsa e aumento de receios inflacionários. A B3 acompanhou esse movimento com o índice de dividendos em baixa.

Especialistas destacam que o objetivo agora é selecionar empresas com geração de caixa estável, balanços sólidos e capacidade de remunerar acionistas mesmo em fases de incerteza. Entre as casas consultadas, há busca por companhias com visibilidade de pagamentos de proventos no curto prazo.

BB Investimentos

O BB Investimentos montou uma carteira equilibrada, com peso igual entre ativos e diversificação setorial. Petrobras aparece como destaque, com dividend yield projetado em 10,4%. Taesa também figura, com retorno esperado acima de 10%.

No setor financeiro, Bradesco, Caixa Seguridade e Itaúsa representam a aposta em instituições com distribuição recorrente. Completam a lista Allos, Tim, Direcional, Ambev e Bradespar, ampliando exposição a diferentes segmentos da economia.

A carteira traz yield médio estimado de 9% para 2026. Os ativos são: Allos, Ambev, Bradesco, Bradespar, Caixa Seguridade, Direcional, Itaúsa, Petrobras, Taesa e Tim.

Safra aposta na resiliência

A Safra Corretora mantém uma seleção diversificada, priorizando caixa estável e distribuição de proventos. Petrobras e Itaúsa aparecem entre os fundamentos, junto a Bradesco, Caixa Seguridade, CPFL Energia e Copel.

A lista ancora-se em empresas tradicionais de renda passiva, com políticas consistentes de remuneração. Allos entra pela visão de shopping centers; Marcopolo, pela renovação da frota. Cury amplia exposição imobiliária, e Vale oferece potencial de recuperação de minério.

Segundo a corretora, o dividend yield esperado é de 8,4% para 2026. A composição agrega ainda Petrobras, Itaúsa, Bradesco, Caixa Seguridade, CPFL Energia, Marcopolo, Copel e Vale.

Planner aposta no calendário de proventos

A Planner promoveu uma mudança relevante ao priorizar pagamentos já aprovados ou com alta probabilidade de saída no curto prazo. Itaú Unibanco permanece como único remanescente da composição anterior, com JCP já aprovado de 0,36188 por ação.

Entre as novidades, Banco ABC Brasil entra pela expectativa de distribuição semestral de proventos e Caixa Seguridade ganha espaço após aprovar dividendos intercalares de 0,35 por ação. Petrobras reforça a carteira com JCP de 9,03 bilhões.

Sanepar completa o conjunto, com expectativa de nova distribuição semestral ainda em junho. A soma das escolhas ressalta uma estratégia de liquidez imediata aliada a boa geração de caixa. As ações incluídas são Banco ABC Brasil, Caixa Seguridade, Itaú Unibanco, Petrobras e Sanepar.

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