- Pedidos iniciais de auxílio-desemprego nos EUA somaram 225 mil na semana encerrada em 30 de maio, alta de 13 mil e acima do esperado de 211 mil.
- A leitura contrariou o consenso, que esperava queda para 211 mil solicitações.
- A semana anterior foi revisada de 215 mil para 212 mil pedidos.
- Pedidos continuados caíram 8 mil na semana até 23 de maio, para 1,777 milhão.
- O indicador de pedidos continuados é divulgado com uma semana de defasagem em relação aos iniciais.
Os pedidos de auxílio-desemprego nos EUA voltaram a chamar a atenção de investidores. Na semana encerrada em 30 de maio, as solicitações iniciais subiram para 225 mil, alta de 13 mil frente à leitura anterior. O resultado ficou acima da expectativa de 211 mil projetada por analistas consultados pela FactSet.
A leitura contrariou o consenso de mercado, que esperava queda. Além disso, a divulgação trouxe uma revisão para baixo do número anterior: 215 mil passaram a 212 mil. Mesmo com o recuo, o incremento da semana recente evidencia uma pressão maior sobre o mercado de trabalho.
Pedidos continuados recuam
O site do Departamento do Trabalho informou ainda que os pedidos continuados caíram em 8 mil, para 1,777 milhão na semana encerrada em 23 de maio. O indicador mede o contingente que segue recebendo o benefício, e a queda sugere que não houve aumento na permanência no programa, mesmo com mais pessoas buscando o seguro-desemprego.
Os dados de pedidos continuados são divulgados com defasagem de uma semana em relação aos iniciais. A leitura permanece próxima de visões de estabilização, mas não representa deterioração acelerada do mercado de trabalho segundo o relatório.
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