- Em 2025, a Azvi faturou mais de 1 bilhão de euros e teve EBITDA de 72 milhões, com a carteira de pedidos chegando a quase 2 bilhões de euros.
- A empresa, que emprega 6.264 pessoas, expandiu-se internacionalmente com contratos no México, Suécia e Chile.
- Destaques de adjudicações: projeto para desenhar e construir 136 quilômetros do trecho Arroyo El Sauz–Nuevo Laredo, no México, por 516 milhões; e o tramway de Uppsala, na Suécia, superior a 450 milhões de euros.
- No negócio de concessões, a Cointer fechou o ano com carteira de 4,681 bilhões de euros e avançou no Chile com dois projetos de corredor de transporte público na região de Biobío, cada um com investimentos acima de 172 milhões.
- O presidente Manuel Contreras Caro ressalta a história de mais de 150 anos da empresa, o foco ferroviário de alto valor e a diversificação geográfica como fundamentos da expansão e da resiliência diante de cenários macroeconômicos.
O grupo de construção A Azvi fechou 2025 com receita acima de 1 bilhão de euros e EBITDA de 72 milhões. O resultado demonstra forte crescimento internacional, impulsionado por contratos em México, Suécia e Chile. A empresa informou os números por meio de comunicado divulgado nesta quinta-feira.
Com 6.264 funcionários, a Azvi contabilizou contratos recordes de 1,3 bilhão de euros, elevando a carteira de pedidos para quase 2 bilhões. O documento não detalha o resultado líquido do exercício.
Entre as obras mais relevantes, consta o projeto de design e construção do trecho ferroviário de 136 quilômetros entre Arroyo El Sauz e Nuevo Laredo, no México, avaliado em 516 milhões de euros. Em Gotemburgo, Suécia, foi concedido o tramway de Uppsala por mais de 450 milhões de euros, em modelo colaborativo.
Contratos e desempenho por área
No segmento de concessões, a operação de Cointer encerrou 2025 com uma carteira de 4,681 bilhões de euros, destacando avanços no Chile. Dois projetos de concessão vial urbana na região de Biobío envolvem construção, conservação e exploração por 20 anos, com investimentos superiores a 172 milhões de euros cada.
As demais áreas do grupo — Obras Industriais, Transporte Ferroviário, Manutenção Ferroviária e Serviços Urbanos e Meio Ambiente — também registraram crescimento operacional e financeiro ao longo do exercício.
Visão da liderança
O presidente do Grupo Azvi, Manuel Contreras Caro, destacou que a performance decorre da especialização ferroviária de alto valor agregado, aliada a engenharia, construção e operação de ativos dentro de um marco de sustentabilidade. A diversificação geográfica e de atividades é apontada como elemento essencial para a solidez diante de cenários macroeconômicos desafiadores.
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