- Alphabet ampliou a oferta de ações para US$ 84,75 bilhões, acima dos US$ 80 bilhões anunciados dois dias antes, para financiar investimentos em IA.
- A operação visa ampliar a infraestrutura de inteligência artificial da empresa, incluindo o desenvolvimento de chips proprietários, os Tensor Processing Units (TPUs).
- Se concluída nos valores anunciados, a captação pode se tornar a maior oferta de ações da história, segundo a Bloomberg, superando a Petrobras, que levantou US$ 70 bilhões em 2010.
- A estrutura da operação inclui US$ 40 bilhões para um programa de venda de ações no mercado, US$ 10 bilhões em acordo com Berkshire Hathaway e US$ 34,75 bilhões por meio de uma oferta tradicional.
- A demanda dos investidores superar a oferta disponível, apontando para o forte interesse do mercado em companhias ligadas a IA.
A Alphabet ampliou a oferta de ações para US$ 84,75 bilhões, acima dos US$ 80 bilhões anunciados dois dias antes. O principal objetivo é financiar a expansão dos investimentos em inteligência artificial.
A operação pode se tornar a maior captação já realizada, segundo dados da Bloomberg, superando o recorde anterior da Petrobras em 2010, de cerca de US$ 70 bilhões. A mudança mostra o peso da IA na estratégia das grandes empresas.
Grande parte dos recursos será destinada ao fortalecimento da infraestructura de IA da companhia, incluindo o desenvolvimento de seus chips proprietários TPU. Os processadores ganham relevância diante da competição com Nvidia.
A estrutura da oferta combina várias vias de captação. US$ 40 bilhões vão para um programa de venda de ações no mercado a partir do terceiro trimestre, de forma gradual, segundo a Alphabet.
A empresa também fechou um acordo de US$ 10 bilhões com Berkshire Hathaway, conforme informado por fontes a famílias de dados. Os US$ 34,75 bilhões restantes virão de uma oferta tradicional e de instrumentos vinculados ao capital.
Segundo pessoas próximas ao tema, a demanda dos investidores superou o volume disponível, destacando o apetite por ações associadas à IA, à medida que grandes empresas ampliam investimentos em IA, data centers e semicondutores.
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