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Grupo Refit fica impossibilitado de emitir notas fiscais após bloqueio fiscal

Sefaz-Rio bloqueia inscrição estadual do Grupo Refit, impedindo emissão de notas fiscais e operando investigação de irregularidades tributárias.

Em setembro, a Refit foi alvo da operação Carbono Oculto, que apura o fornecimento de combustíveis a distribuidoras ligadas ao PCC (Primeiro Comando da Capital)
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  • A Secretaria de Fazenda do Rio de Janeiro bloqueou a Inscrição Estadual de empresas do Grupo Refit em 4 de junho de 2026, após identificaçao de pendências tributárias pela Receita Estadual.
  • Com o bloqueio, as empresas ficam impedidas de emitir notas fiscais de compra e venda de produtos.
  • A medida ocorreu após a suspensão dos CNPJs pela Receita Federal e atinge também a refinaria de Manguinhos, na zona norte do Rio de Janeiro.
  • A Sefaz-RJ afirma que a ação integra o combate à sonegação fiscal no setor de combustíveis e faz parte da política de integridade tributária do estado.
  • O Grupo Refit é alvo de investigações federais e estaduais desde agosto de 2025; a Polícia Federal realizou nova operação em 15 de maio de 2026 envolvendo empresas do grupo.

O bloco fiscal do Rio de Janeiro bloqueou a Inscrição Estadual (IE) de empresas do Grupo Refit, antiga Refinaria de Manguinhos, neste quinta-feira (4 jun 2026). A decisão impede a emissão de notas fiscais de compra e venda até a regularização das pendências, após suspensão dos CNPJs pela Receita Federal.

A medida, anunciada pela Sefaz-RJ, integra ações de combate à sonegação no setor de combustíveis. O governo estadual informou que a iniciativa faz parte da política de integridade tributária em vigor.

O bloqueio atingiu, além das firmas do grupo, a refinaria de Manguinhos, localizada na Zona Norte do Rio. Sem IE ativa, as operações comerciais ficam limitadas pela necessidade de documentos fiscais.

A atuação ocorre após investigações federais e estaduais iniciadas em agosto de 2025, com operações como Carbono Oculto, Cadeia de Carbono e Poço de Lobato. Em 15 de maio de 2026, a PF deflagrou nova operação envolvendo o grupo.

Após a atuação policial, a Sefaz-RJ iniciou fiscalização de todas as empresas do conglomerado. A Polícia Federal aponta possível atuação na importação de combustíveis para o mercado nacional, com apurações sobre irregularidades.

A Receita Federal e a Secretaria Estadual seguem as apurações, incluindo análise de possíveis incentivos fiscais concedidos ao Grupo Refit. A investigação também mira impactos na arrecadação e na conformidade tributária.

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