- O Nobel de Economia foi concedido a Joel Mokyr, Philippe Aghion e Peter Howitt, pelo conjunto de estudos sobre o crescimento econômico impulsionado pela inovação.
- A premiação aponta para o papel da inovação no impulso ao crescimento econômico e à transformação de ideias em ganhos produtivos.
- Belém será a vitrine no Brasil para transformar compromissos climáticos em projetos e investimentos concretos.
- No 14º Fórum de Lisboa, Joel Mokyr alertou que populismo e xenofobia são as principais preocupações que podem impactar inovações tecnológicas.
- A notícia é baseada na cobertura do Poder360.
O Nobel de Economia foi concedido a Joel Mokyr, Philippe Aghion e Peter Howitt por estudos sobre o crescimento econômico impulsionado pela inovação. A premiação reforça a relação entre inovação, produtividade e progresso econômico.
A cerimônia de divulgação destaca que a homenagem reconhece contribuições teóricas e empíricas que analisam como a inovação tecnológica sustenta o crescimento a longo prazo. O prêmio é uma das mais altas honrarias do campo econômico.
O desafio de transformar sustentabilidade em estratégia econômica
O texto enfatiza a necessidade de alinhar compromissos climáticos a estratégias de investimento, para tornar a sustentabilidade uma prática econômica viável e mensurável no curto e no longo prazo.
Belém como vitrine de investimentos climáticos no Brasil
A cidade de Belém é apontada como polo para transformar compromissos climáticos de políticas públicas em projetos com finanças e participação do setor privado, visando investimentos concretos.
Joel Mokyr no 14º Fórum de Lisboa
No 14º Fórum de Lisboa, Mokyr destacou preocupações com populismo e xenofobia como entraves às inovações tecnológicas. O evento reúne especialistas para debater impactos da tecnologia na economia.
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