- Denise Remor assumiu a Magnetron após a morte do marido, em janeiro de dois mil oito, passando a comandar a empresa de peças para motocicletas.
- Em dois mil e vinte e cinco, a Magnetron vendeu aproximadamente quatorze milhões de peças no país, o dobro do volume de início da gestão, e o portfólio saiu de cerca de seiscentos itens para mais de dois mil e cem.
- Um dos focos foi fortalecer a marca, com campanhas de televisão a partir de dois mil e quatorze, aumentando a presença no mercado de reposição.
- A empresa investiu na capacitação de mecânicos por meio da Academia Duas Rodas e do Desafio Duas Rodas, que chega à terceira edição neste ano.
- Em dois mil e dezoito a Magnetron passou a importar peças da China, mantendo desenvolvimento, controle de qualidade e testes no Brasil; custos, carga tributária e competitividade foram citados como fatores relevantes para a mudança.
Denise Remor assumiu a Magnetron após a morte do marido, Oscar Branco, em 2008. A advogada passou a conduzir a empresa de peças para motocicletas, enfrentando uma transição gradual para o comando do negócio.
Ao longo dos anos, a gestão focou na reorganização e no fortalecimento da marca. A presença da Magnetron ganhou visibilidade com campanhas nacionais a partir de 2014, ampliando o reconhecimento entre montadoras e no mercado de reposição.
Em 2025, a Magnetron atingiu a marca de cerca de 14 milhões de peças vendidas no país, mais do que o dobro do volume inicial da gestão. O portfólio saltou de 620 itens para mais de 2.100.
O esforço de marca incluiu ações de comunicação e treinamento para mecânicos, que utilizam as peças. Conteúdos técnicos, vídeos e cursos passaram a integrar a estratégia de capacitação, elevando a qualidade da instalação.
Um marco da virada ocorreu em 2018, quando a empresa passou a importar da China, mantendo desenvolvimento, controle de qualidade e testes no Brasil. A operação indica custos e tributos que inviabilizam produção local em larga escala.
O galpão da Magnetron fica em Garuva, na fronteira entre Paraná e Santa Catarina, com a parte administrativa em São José dos Pinhais, região metropolitana de Curitiba. A logística reflete a estratégia de atuação regional.
Especialistas lembram que importar exige planejamento. Segundo o Sebrae/PR, é essencial saber o que se importa, evitar dependência de um único fornecedor e manter diversificação de compras para enfrentar oscilações de mercado.
Entre na conversa da comunidade