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AgRural reduz previsão da 2ª safra de milho no Brasil

AgRural reduz previsão da segunda safra de milho do Brasil para 108,2 milhões de toneladas, 0,9 milhão abaixo, por estiagem em Goiás, Minas Gerais e São Paulo; MT lidera colheita

Produtor ao lado de lavoura de milho
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  • A segunda safra de milho do Brasil em 2025/26 foi estimada em 108,2 milhões de toneladas, 900 mil toneladas abaixo do previsto, por causa da estiagem em Goiás, Minas Gerais e São Paulo.
  • O recuo foi parcialmente compensado por boas produtividades em outros estados do centro-sul, com destaque para Mato Grosso.
  • Na temporada anterior, a segunda safra atingiu 113,2 milhões de toneladas, maior parte da produção de milho do país, que é o segundo maior exportador global.
  • A colheita da segunda safra alcançou 4,4% da área no centro-sul até o dia 04, frente a 2,4% na semana anterior e 1,9% no mesmo período do ano passado.
  • Mato Grosso lidera a colheita, seguido pelo Paraná, onde a tramitação segue devido à alta umidade; Mato Grosso do Sul iniciou a colheita em áreas isoladas.

A AgRural revisou para baixo a projeção da segunda safra de milho 2025/26 do Brasil. A estimativa passou a 108,2 milhões de toneladas, 900 mil toneladas menos que a previsão anterior. O recuo ocorre por produtividades menores em Goiás, Minas Gerais e São Paulo.

A redução foi parcialmente compensada por boas produtividades em outros estados do centro-sul, com destaque para Mato Grosso. A consultoria aponta que o ritmo é puxado pelo estado, que concentra a maior parte da área ainda em execução.

Na temporada anterior, o Brasil colheu um recorde de 113,2 milhões de toneladas na segunda safra, que responde pela maior parte da produção de milho e coloca o país como segundo maior exportador global.

A AgRural informou que a colheita da segunda safra havia atingido 4,4% da área cultivada no centro-sul até a última quinta-feira (04), frente a 2,4% uma semana antes e 1,9% no mesmo período do ano passado.

O andamento segue com Mato Grosso na liderança, seguido pelo Paraná, onde a colheita ainda não engrenou devido à alta umidade. Como novidade, o Mato Grosso do Sul também começou a colher em áreas isoladas.

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