- O dólar fechou em alta a R$ 5,1811, alta de 0,50%, o terceiro avanço seguido, atingindo o maior nível desde 30 de março.
- Ainda assim, o dólar acumula queda de 5,61% frente ao real em 2026. O contrato futuro para julho na B3 ficou próximo de R$ 5,2105, com ganho de 0,20%.
- O mercado monitorou o conflito no Oriente Médio: Israel atacou uma usina petroquímica no Irã; o Irã respondeu com mísseis direcionados a Haifa, em Israel.
- Após apelo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, houve suspensão dos ataques, mas o Irã avisou que pode retomar ações se Israel continuar atacando o Hezbollah.
- A sessão foi de alta volatilidade: mínima de R$ 5,1316 e máxima de R$ 5,1964; o índice do dólar (DXY) ficou estável, com queda de 0,07% aos 100,010 pontos.
O dólar fechou em alta pela terceira sessão seguida diante do real, impulsionado pela cautela com os desdobramentos do conflito no Oriente Médio. A moeda terminou o dia em R$ 5,1811, alta de 0,50%, atingindo o maior nível desde 30 de março.
Apesar da sequência de ganhos, o dólar acumula queda de 5,61% frente ao real em 2026. No mercado futuro, o contrato de julho, o mais negociado na B3, subiu 0,20%, perto de R$ 5,2105.
Conflito no Oriente Médio segue no radar
Israel lançou ataques contra uma usina petroquímica no sudoeste do Irã e outras fontes estratégicas, enquanto Teerã respondeu com mísseis a uma instalação em Haifa, no norte de Israel. Posteriormente, houve suspensão de ataques após apelo dos EUA, mas o Irã sinalizou possibilidade de retomar ações caso Israel continue o conflito com o Hezbollah.
Volatilidade e movimento das moedas
A sessão foi marcada por volatilidade, com o dólar recuando para a mínima de R$ 5,1316 pela manhã e subindo para a máxima de R$ 5,1964, diante da demanda por proteção. O desempenho acompanhou a valorização frente divisas emergentes como peso chileno e rupia indiana, mas houve fraqueza ante o rand sul-africano e o peso mexicano.
ÍNDICE e cenário internacional
O índice DXY, que acompanha o dólar frente a seis moedas fortes, ficou próximo da estabilidade e fechou em leve queda de 0,07%, aos 100,010 pontos. Os agentes do mercado permanecem atentos aos desdobramentos geopolíticos que podem influenciar fluxos e volatilidade.
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