- FMI prioriza a estabilidade econômica, enquanto o Banco Mundial foca no desenvolvimento de longo prazo.
- Transformações tecnológicas, ambientais e geopolíticas tornam a política industrial mais relevante.
- O debate atual não é sobre Estado versus mercado, mas sobre como combinar ambos para crescer, inovar e alcançar desenvolvimento sustentável.
- A coluna Iconomia, com o professor Gilson Schwartz, vai ao ar quinzenalmente às segundas, às 8h30, na Rádio USP, e também no YouTube.
- A produção é da Rádio USP, Jornal da USP e TV USP.
O debate sobre desenvolvimento econômico volta ao centro das atenções, com foco na política industrial. Diferenças entre o FMI e o Banco Mundial ajudam a entender a mudança de ênfase diante dos desafios tecnológicos, ambientais e geopolíticos atuais.
O conteúdo destaca que o FMI privilegia a estabilidade econômica, enquanto o Banco Mundial mira o desenvolvimento de longo prazo. A partir dessas abordagens, a política industrial ganha relevância como instrumento de transformação econômica.
A explicação vem na coluna Iconomia, com o professor Gilson Schwartz, que cita a necessidade de combinar Estado e mercado para promover crescimento, inovação, competitividade e desenvolvimento sustentável.
A coluna vai ao ar quinzenalmente, sempre às segundas-feiras, às 8h30. O programa é veiculado pela Rádio USP, com alcance em São Paulo e Ribeirão Preto, e também disponível no YouTube.
Sobre a Iconomia e a programação
A produção envolve a Rádio USP, o Jornal da USP e a TV USP, que asseguram a divulgação do conteúdo em diferentes plataformas, ampliando o alcance da discussão sobre políticas públicas e industrialização.
A discussão ocorre em meio a transformações tecnológicas e geopolíticas, que exigem estratégias integradas entre políticas públicas, mercado e inovação, para garantir crescimento sustentável a longo prazo.
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