- Otto Lobo é o novo presidente da CVM e promoveu mudanças na chefia de seis superintendências e da Superintendência-Geral.
- As alterações atingem áreas que não atuam diretamente na fiscalização do mercado de capitais, como Desenvolvimento e Modernização Institucional, Administrativo-Financeira, Inteligência, Planejamento e Inovação, Tecnologia da Informação e Análise Econômica, Gestão de Riscos e Integridade.
- A renovação é resultado de uma análise da estrutura da autarquia para melhorar o aproveitamento do quadro técnico.
- A ideia é formar uma equipe alinhada aos desafios e à velocidade da agenda prevista para os próximos anos.
- Lobo afirma que, pela primeira vez na história do país, o financiamento de longo prazo depende predominantemente do mercado de capitais.
O novo presidente da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), Otto Lobo, promoveu mudanças na chefia de seis superintendências e da Superintendência-Geral da autarquia. A decisão foi anunciada por meio de nota enviada à imprensa na noite de segunda-feira, 8.
As alterações atingem áreas que não atuam diretamente na fiscalização do mercado de capitais. Entre os setores atingidos estão Desenvolvimento e Modernização Institucional, Administrativo-Financeiro, Desenvolvimento de Inteligência, Planejamento e Inovação, Tecnologia da Informação e a área de Análise Econômica, Gestão de Riscos e Integridade.
Segundo o presidente, a renovação decorre de uma avaliação cuidadosa da estrutura da CVM, com o objetivo de aproveitar melhor o quadro técnico da autarquia, formado por profissionais experientes na regulação do mercado. A proposta busca alinhar a equipe aos desafios da agenda prevista para os próximos anos.
Lobo afirmou ainda que o momento é singular para o mercado de capitais brasileiro, com o financiamento de longo prazo dependendo cada vez mais dessa fonte. A gestão anterior não foi citada, mas a leitura é de que as mudanças visam acelerar o ritmo de implementação de políticas e projetos.
Mudanças nas áreas de apoio
A reestruturação envolve a Superintendência Seccional de Desenvolvimento e Modernização Institucional, além de áreas administrativas e de tecnologia. O objetivo é tornar a CVM mais ágil e preparada para enfrentar novas demandas regulatórias.
Objetivo estratégico
A administração pretende manter a qualidade técnica ao mesmo tempo em que reduz gargalos operacionais. A atuação abrange desde regulação de estruturas até controles internos, buscando maior eficiência institucional.
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