- Propostas das empresas para obras de proteção entre Anchieta e Sarandi serão conhecidas na manhã de segunda-feira, 15, após alteração publicada no Diário Oficial de Porto Alegre.
- O investimento estimado é de R$ 47 milhões, com financiamento integral aprovado pelo Comitê Gestor do Plano Rio Grande.
- As obras nos pôlderes 7 e 8 incluem um dique de 100 metros entre o Arroio Passo das Pedras e o Rio Gravataí, além de sistema móvel de fechamento das galerias que ligam o Arroio Areia ao manancial.
- Estudo do Dmae aponta que a intervenção não deve impactar significativamente outros municípios da bacia, elevando o nível das águas em apenas 0,7 centímetro.
- O projeto também prevê futuras etapas, com uma grande bacia de amortecimento permanente e duas novas Estações de Bombeamento de Águas Pluviais, sujeitas a avaliação de governos estaduais e federais.
As propostas das empresas interessadas na execução das obras imediatas de proteção contra cheias entre Anchieta e Sarandi, na Zona Norte, serão conhecidas na manhã de segunda-feira (15). A abertura dos envelopes foi adiantada por meio de edição extra do Diário Oficial de Porto Alegre (Dopa). A dispensa de concorrência pública ocorrerá presencialmente na sede do Dmae, no Moinhos de Vento.
A mudança considera critérios técnicos e administrativos para complementar a documentação já enviada no Portal de Compras Públicas. A decisão envolve a Secretaria Municipal de Água e Saneamento e o Departamento Municipal de Água e Esgotos.
Financiamento aprovado
Nesta terça-feira (9), o Comitê Gestor do Plano Rio Grande, liderado pelo Governo do Estado, aprovou o financiamento integral da obra. O investimento estimado é de R$ 47 milhões.
Região e objetivos das obras
As intervenções visam as regiões 7 e 8, incluindo o entorno do Aeroporto Internacional Salgado Filho. O projeto prevê um dique de 100 metros entre o Arroio Passo das Pedras e o Rio Gravataí.
Detalhes técnicos e impactos
Também está prevista a instalação de um sistema móvel de fechamento das galerias que ligam o Arroio Areia ao manancial. Estudos do Dmae indicam impacto mínimo nas cidades vizinhas, com aumento estimado de 0,7 cm no nível das águas na bacia.
Perspectivas e próximos passos
A iniciativa antecipa a primeira etapa do projeto de proteção da bacia do Rio Gravataí, sob gestão estadual. A prefeitura avalia alternativas para a área desde 2025, com foco em ampliar a proteção da capital frente a novas cheias.
Propostas para o futuro do projeto
O Dmae propõe, em parceria com governos estadual e federal, mudanças nas próximas etapas para os pôlderes 7 e 8. A ideia é incluir uma grande bacia de amortecimento permanente e duas novas Estações de Bombeamento de Águas Pluviais (Ebaps).
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