- O chefe de subunidade do Banco Central, Matheus Rauber, defendeu fortalecer a autonomia financeira, administrativa e orçamentária da autarquia.
- Ele afirmou que o Brasil ganha destaque internacional por combinar arcabouço regulatório robusto, adoção rápida de tecnologias e ecossistema de fintechs desenvolvido.
- O regulador citou o Pix, o open finance e o open asset como exemplos de iniciativas em que a regulação induziu inovação.
- Rauber mencionou medidas recentes, como aumento de capital mínimo para instituições reguladas, aprimoramentos no Pix e no open finance, regras de segurança cibernética e regulamentação de prestadoras de serviço de ativos virtuais.
- Mesmo com avanços, disse que as agendas de inovação do Banco Central permanecem ativas, mantendo diálogo aberto com o mercado.
O chefe de subunidade do Banco Central, Matheus Rauber, defendeu nesta quarta-feira, 10, em São Paulo, o fortalecimento institucional da autarquia e a manutenção de uma agenda regulatória moderna para manter o Brasil como referência em inovação financeira. Ele enfatizou a autonomia financeira, administrativa e orçamentária do BC.
Rauber destacou que o Brasil ganha destaque internacional por combinar um arcabouço regulatório robusto com adoção rápida de novas tecnologias e um ecossistema de fintechs desenvolvido. Segundo ele, o país tem se firmado cada vez mais como referência na área.
Para ilustrar a atuação regulatória como indutora de inovação, o representante citou iniciativas como o Pix, o open finance e o open asset. Ele explicou que o regulador acompanha e, em muitos casos, impulsiona novidades trazidas pelo mercado.
O executivo reiterou a importância de o BC manter autonomia para cumprir seu papel de fomentar a inovação e aperfeiçoar a regulação. A autonomia financeira, administrativa e orçamentária, segundo ele, sustenta esse esforço.
Rauber ressaltou que o sistema financeiro está mais estável após um ciclo de intensa inovação iniciado na última década, marcado pela regulamentação de pagamentos e fintechs de crédito. Também mencionou mudanças recentes em capital mínimo, segurança cibernética e PSABs.
Apesar das mudanças, o BC mantém agendas ativas de inovação, como a evolução do Pix, do open finance e do open asset, além de temas como tokenização. O objetivo é continuar induzindo a inovação dentro de um marco regulatório moderno.
Ao encerrar a participação, Rauber reforçou a disposição do BC de manter diálogo com o mercado. O portal busca uma atuação cada vez mais aberta, colaborativa e voltada à inovação institucional.
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