- Durante a 7ª Reunião Plenária do CDESS, no Palácio do Itamaraty, em 10 de junho de 2026, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, reiterou a defesa da soberania econômica do Brasil e que o Pix continuará sob controle do Estado.
- Durigan comentou que os Estados Unidos anunciaram barreiras comerciais e aumento de tarifas sobre produtos brasileiros, segundo o USTR, que acusa o Brasil de práticas comerciais desleais.
- O ministro afirmou que “o Brasil não abaixa a cabeça para ninguém” e que defende a política econômica brasileira diante do cenário internacional.
- Ele ressaltou que o Pix é um patrimônio estratégico do país e continuará sob domínio estatal, resistindo a interferências externas.
- Durigan disse que a comunidade internacional reconhece a liderança brasileira em temas econômicos, ambientais e de transição energética, e que o Brasil quer ser tratado com respeito nas relações internacionais.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, defendeu a soberania econômica do Brasil e afirmou que o Pix continuará sob controle do Estado. O posicionamento foi feito nesta quarta-feira, 10 de junho de 2026, durante a 7ª Reunião Plenária do CDESS no Palácio do Itamaraty.
Durigan destacou que o Brasil não se submete a pressões externas e que o Pix é um ativo estratégico mantido pelo Estado para evitar interferência externa. A defesa ocorreu em meio a tensões comerciais com outros países.
O anúncio dos EUA de barreiras comerciais e tarifas sobre produtos brasileiros foi citado como contexto. Segundo o USTR, o Brasil é acusado de práticas comerciais desleais, o que motivou medidas proibitivas e reajustes tarifários.
Contexto internacional e Pix
O ministro ressaltou que o Brasil tem liderança reconhecida em temas econômicos, ambientais e de transição energética. Ele afirmou que o país trabalha para manter relações respeitosas com todas as nações, culturas e comunidades.
Durigan enfatizou que a soberania nacional é prioridade, e que a defesa do Pix está vinculada à proteção do patrimônio estratégico do país. O objetivo é assegurar maior autonomia sobre políticas financeiras e digitais.
A declaração reforça a posição do governo brasileiro em preservar o controle estatal sobre instrumentos financeiros e tecnológicos considerados vitais para a economia. A fala ocorreu sem que haja mudança de governo anunciada.
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