- A inflação dos EUA atingiu maio com 4,2% no acumulado de 12 meses, maior patamar em três anos.
- A alta mensal foi de 0,5% em maio, dentro das expectativas do mercado.
- Foi o terceiro mês seguido de aumento na média de preços.
- O avanço foi puxado principalmente pelo incremento nos custos de energia.
- O presidente Donald Trump afirmou que a inflação é temporária e que o petróleo deve recuar com o fim da guerra com o Irã, o que ajudaria a reduzir a inflação.
O aumento da inflação nos EUA em maio atingiu o maior patamar em três anos. A taxa anual ficou em 4,2%, segundo dados divulgados neste mês, com o indicador aumentando pela terceira vez consecutiva em média de preços.
A alta mensal ficou em 0,5 ponto percentual, dentro das expectativas do mercado. O avanço foi puxado principalmente pelo aumento nos custos de energia, conforme detalham as estatísticas oficiais.
O presidente Donald Trump afirmou que a elevação é temporária e que as cotações do petróleo devem recuar quando a guerra com o Irã chegar ao fim. A mensagem integra a avaliação de que a inflação pode arrefecer com esse desfecho geopolítico.
Contexto internacional e impactos
A inflação americana repercute no cenário global, incluindo o mercado brasileiro, onde a variação cambial pode ser afetada pela percepção de riscos e pela demanda por ativos em dólar. Analistas apontam impactos indiretos sobre preços e políticas externas.
A divulgação dos dados ocorre em meio a avaliações sobre políticas de juros e estratégias fiscais nos EUA, com observadores atentos a sinais de desaceleração econômica. Não há confirmação de mudanças imediatas na gestão econômica.
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