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Brasil precisa tratar transporte rodoviário como ativo estratégico

Com trilhos ausentes, Brasil depende do rodoviário; é preciso tratar frotas como ativo estratégico para reduzir custos e elevar competitividade

Rodovias mal conservadas são um dos fatores que ajudam a minar a produtividade nacional.
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  • O Brasil depende fortemente do transporte rodoviário, com ferrovias de apenas cerca de 32 mil quilômetros em comparação aos mais de 260 mil quilômetros dos Estados Unidos.
  • Cerca de 65% do que produzimos e consumimos circula sobre quatro eixos e uma “carroceria” logística, tornando o transporte rodoviário a principal opção.
  • O texto defende tratar as frotas como ativo estratégico, não como custo, e usar gestão integrada, telemetria e manutenção preditiva para evitar gargalos.
  • A gestão 360º de ativos inclui auditoria de abastecimento, checklists rastreáveis e integração entre operação e área financeira para reduzir paradas não planejadas e custos.
  • O custo logístico no Brasil pode ultrapassar 12% do PIB, destacando a importância de evitar desperdícios e investir em inteligência de dados na frota.
  • Paola Raymundi? (correto: Paulo Raymundi) é CEO da Gestran, plataforma de gestão integrada de frotas e inteligência logística.

O Brasil enfrenta gargalos logísticos que dificultam a produtividade. O texto discute a necessidade de tratar o transporte rodoviário como ativo estratégico, diante da fraca malha ferroviária nacional.

Segundo o argumento, o país abriu mão dos trilhos para apostar no asfalto. Enquanto a União Europeia e os EUA somam dezenas de milhares de quilômetros de ferrovias, o Brasil tem apenas cerca de 32 mil quilômetros de malha férrea.

A dependência do transporte rodoviário faz com que 65% da produção e do consumo nacional permaneçam em quatro eixos de rodagem. A crítica é de que a gestão de frotas não acompanha a escala de necessidades.

> Se o Brasil quer competir, é preciso tratar frotas como ativos estratégicos, não apenas como custo. O texto aponta que a ausência de amortecedores para o transporte aumenta vulnerabilidade a falhas.

Para ilustrar, o autor aponta que, em outros países, desvios são absorvidos por ferrovias ou outras modais. No Brasil, uma manutenção mal planejada pode paralisar operações inteiras, sem trilhos para compensar.

A gestão de ativos aparece como peça central. O texto defende plataformas de gestão, telemetria e manutenção preditiva, com foco em controle e integração entre operação e financeiro.

A linguagem destaca que custos logísticos correspondem a mais de 12% do PIB, impulsionados pelo preço de combustível. A proposta é reduzir desperdícios com auditoria de abastecimento e checklists rastreáveis.

Gestão 360º da frota

A proposta é migrar de planilhas manuais para uma gestão integrada. O objetivo é aumentar a performance de pneus, diesel e investimentos, com decisões embasadas em dados.

O texto sugere auditorias reais de abastecimento, rastreabilidade de operações e segurança jurídica. Tudo para evitar paradas não planejadas e reduzir custos logísticos.

Ao final, o autor afirma que o futuro da logística está na inteligência de dados. O Brasil, segundo ele, precisa ver frotas como ativos estratégicos para competir mundialmente.

Paulo Raymundi, CEO da Gestran, é citado como defensor da gestão integrada de frotas e da inteligência logística.

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