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Dia dos Namorados sofre pressão da inflação em itens tradicionais

Inflação eleva preços de presentes para o Dia dos Namorados: alta média de 3,58%; chocolates sobem 10,98%, bijuterias e perfumes recuam

Pesquisa Mensal de Comércio foi divulgada nesta quinta-feira
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  • Estudo da FGV IBRE aponta alta média de 3,58% nos preços dos presentes mais procurados para o Dia dos Namorados.
  • A inflação medida pelo IPCA no período foi de 4,05%, elevando a comparação entre itens comprados para presentear e a cesta geral de consumo.
  • Inflação de serviços teve alta de 6,11%, com restaurantes subindo 7,38%, salão de beleza 6,68%, teatro 6,65% e hotel 2,55%.
  • Entre os presentes, chocolates (bombons) tiveram alta de 10,98%, shampoo/condicionador/creme 7,95%, produtos para barba 6,39% e sabonete 5,68%.
  • itens com alívio: bijuterias (-4,22%), perfumes (-2,83%) e celulares (-1,04%). Economia aponta cenário de 2026 com valorização seletiva e inflação de serviços pressionando o setor.

A pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (FGV IBRE) aponta que a inflação impacta diretamente os preços dos presentes do Dia dos Namorados. O estudo mostra elevação média de 3,58% nos itens mais procurados para o data. A inflação geral, medida pelo IPCA, ficou em 4,05%.

O aumento de serviços também pressionou o custo total: inflação de 6,11% no setor, com restaurantes avançando 7,38%. Salões de beleza subiram 6,68%, teatro 6,65% e hotéis 2,55%. Economista observa aceleração de serviços em 2026, puxada pela demanda por lazer e cuidados.

Principais itens com alta

Bombons e chocolates lideram, com alta de 10,98%. Seguem shampoo, condicionador e creme, em torno de 7,95%, e produtos para barba, com 6,39%. Sabonetes registram incremento de 5,68%.

Itens com queda

Bijuterias sofrem queda de 4,22%, perfumes recuam 2,83% e aparelhos celulares caem 1,04%. O cenário comparado a 2025 indica esforço de ajuste cambial e estoque mais equilibrado, com queda em itens de consumo não essencial.

Contexto do IPCA

IPCA, calculado pelo IBGE desde 1979, é o termômetro oficial da inflação e guia o ajuste da Selic pelo Banco Central. O índice abrange preços de consumo em 90% da população urbana, considerando diversas categorias, como alimentação, habitação e lazer.

Fonte: FGV IBRE

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