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Governo aguarda aval do TCU para leilões de ferrovias em 2026

Ministério dos Transportes busca leilões de oito ferrovias ainda em 2026, dependentes do aval do TCU para publicar editais e atrair investimentos

O ministro dos Transportes, George Santoro, apresentou nesta 5ª feira (11.jun) a carteira ferroviária do governo federal
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  • Quatro dos oito projetos ferroviários previstos para 2026 aguardam avaliação de viabilidade pelo Tribunal de Contas da União para avançar aos leilões.
  • Os projetos no TCU são: Corredor Minas-Rio, Anel Ferroviário Sudeste, Ferrovia Malha Oeste e Ferrogrão; edital de leilão pode sair ainda em 2026, no segundo semestre.
  • Ministério dos Transportes reuniu setor privado para apresentar a carteira e atrair investimentos, incluindo uma nova linha de financiamento do BNDES com prazos de até 40 anos.
  • O governo busca atrair investidores internacionais, como da China e da Europa, com a mobilização de recursos estimados em aproximadamente R$ 600 bilhões para ferrovias e R$ 160 bilhões para a malha brasileira.
  • O projeto mais adiantado é o Minas-Rio, que conecta o Porto de Angra dos Reis (RJ) ao Porto Seco de Varginha (MG); o TCU deve aprovar nos próximos 15 dias e o edital deve sair em junho.

O governo federal mantém a expectativa de realizar leilões de ferrovias ainda em 2026, após a necessidade de avaliação técnica, econômica e socioambiental pelo TCU. Pelo menos quatro dos oito projetos previstos passam pela análise da Corte de Contas.

Entre eles, estão o Corredor Minas-Rio, o Anel Ferroviário Sudeste, a Ferrovia Malha Oeste e a Ferrogrão. A ideia é publicar os editais e realizar os leilões no segundo semestre, dependendo da avaliação do TCU.

O Ministério dos Transportes reuniu o setor privado para apresentar a carteira ferroviária, as demandas previstas e os objetivos de cada projeto. O encontro enfatizou a atração de investimentos e o potencial de transporte de cargas no longo prazo.

Oferta de financiamento e atratividade

O governo destacou uma linha de financiamento do BNDES com prazos de até 40 anos para ferrovias, projetando atrair investidores internacionais, especialmente da China e da Europa. O ministro enfatizou que não há produtosimilar no mercado.

Situação atual e próximos passos

Houve atraso no cronograma de leilões de rodovias, o que impactou o equilíbrio da agenda de ferrovias. Segundo o ministério, a evolução depende da conclusão de estudos técnicos, minutas de editais pela ANTT e da aprovação no TCU.

O Minas-Rio figura como o projeto mais adiantado, ligando o Porto de Angra dos Reis (RJ) ao Porto Seco de Varginha (MG). O ministro acredita que o TCU deve aprovar nos próximos dias e o edital pode ser publicado ainda em junho.

Após a primeira aprovação no TCU, a tendência é que os demais projetos avancem com menor entrave, funcionando como parâmetro para as avaliações seguintes. O governo mantém a meta de oito leilões ao todo, com parte deles para 2027.

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