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JR entrevista Dão Real, presidente do Sindifisco

Presidente do Sindifisco Nacional detalha rastreamento de lavagem de dinheiro em fintechs e postos de combustível, destacando papel da Receita e déficit de servidores

JR ENTREVISTA com o presidente do Sindifisco Nacional, Dão Real
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  • Dão Real, presidente do Sindifisco Nacional, participou do JR ENTREVISTA com a jornalista Flávia Alvarenga.
  • Ele destacou o papel da Receita Federal na desarticulação das finanças de organizações criminosas como PCC e Comando Vermelho.
  • O entrevistado ressaltou a importância do monitoramento de fintechs para evitar a lavagem de dinheiro.
  • Foi mencionada a necessidade de fortalecer a fiscalização de portos e fronteiras diante do déficit de servidores.
  • O programa abordou o rastreamento de lavagem de dinheiro em fintechs e nos outros pontos de fiscalização.

O convidado do JR ENTREVISTA desta quinta-feira (11) foi Dão Real, presidente do Sindifisco Nacional. Em conversa com a jornalista Flávia Alvarenga, ele detalhou o papel da Receita Federal na desarticulação das finanças de organizações criminosas, como PCC e Comando Vermelho, e a importância do monitoramento de fintechs para coibir a lavagem de dinheiro.

A entrevista esclareceu a atuação da Receita na identificação de fluxos financeiros ilícitos, com foco em inteligência tributária, fiscalização e cooperação entre órgãos. O objetivo é frustrar o funcionamento financeiro de atos criminosos e dinâmicas de lavagem de dinheiro.

Outra linha abordada envolve o monitoramento de fintechs, apontando para mecanismos de compliance, regras de cadastro e operações ativas para reduzir riscos de uso indevido do sistema financeiro. Questionou-se ainda o efeito do déficit de servidores na fiscalização de portos e fronteiras.

Segundo o relato de Real, a limitação de pessoal impacta a capacidade de monitoramento de fronteiras, verificações aduaneiras e cruzamentos de dados entre órgãos. Ele destacou a necessidade de recursos para ampliar a fiscalização e evitar vazios regulatórios em áreas estratégicas.

A conversa também tratou da percepção sobre a atuação conjunta entre Receita, Polícia Federal e Ministério Público, com foco em casos de grande repercussão. O objetivo é ampliar o efeito dissuasório e ampliar a janela de detecção de irregularidades.

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