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A arte impulsiona investimentos de luxo e novos empreendimentos

Benx utiliza arte e ativação cultural para diferenciar empreendimentos de luxo, buscando experiência urbana; Parque Global avaliado em mais de R$ 14 bilhões

Obra "Cabo de ego", do artista Beto Gatti, em galeria dentro do Parque Global (Foto: Divulgação)
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  • A Benx, do grupo Bueno Netto, aposta na arte como estratégia permanente para seus empreendimentos, com curadoria, exposições e formação de artistas.
  • A diferenciação vai além de metragem e acabamento e inclui arquitetura, paisagismo e ativação cultural, com obras de arte e até galeria nos empreendimentos.
  • O fundador Adalberto Bueno Netto afirmou que os empreendimentos devem disputar não apenas localização, mas também experiência urbana, identidade e impacto no entorno.
  • A arte aparece de formas diversas em cada projeto, buscando integração na concepção geral, não apenas instalação em áreas comuns.
  • O projeto mais emblemático é o Parque Global, empreendimento de uso misto avaliado em mais de R$ 14 bilhões.

A incorporadora Benx, do grupo Bueno Netto, aposta na arte como elemento estratégico permanente de seus empreendimentos. A empresa busca criar diferenciação em um mercado cada vez mais competitivo, incorporando curadoria, exposições e formação de artistas aos seus projetos.

Essa abordagem vai além de metragem e acabamento: envolve arquitetura, paisagismo e ativação cultural, com obras de arte e até uma galeria integrada aos empreendimentos. Segundo Adalberto Bueno Netto, fundador do grupo, a tendência é que os empreendimentos disputem não apenas localização, mas também a capacidade de gerar experiência urbana, identidade e impacto positivo no entorno. A arte aparece de formas diversas em cada projeto, não se limitando a decorar áreas comuns.

O projeto mais emblemático desse movimento é o Parque Global, empreendimento de uso misto avaliado em mais de R$ 14 bilhões. Entre as ações promovidas, estão obras artísticas e espaços culturais inseridos no funcionamento do conjunto urbano.

No radar dos mercados

Ações globais operam em alta nesta sexta-feira, após sinais de aproximação entre Estados Unidos e Irã para encerrar conflitos, além de divulgação de detalhes de minutas de acordos entre potências. O cenário incentiva a percepção de menor aversão a riscos entre investidores.

  • Governo tenta barrar projetos com impacto fiscal. A equipe econômica negocia com o Congresso para evitar três propostas que criariam despesas de R$ 170 bilhões nos próximos 10 anos. Há avaliação de recorrer ao STF se os textos avançarem sem fontes de financiamento.
  • Demanda por IPOs na China. A abertura de capital da SpaceX recebeu pedidos superiores a US$ 100 bilhões, mas o volume ficou aquém de algumas ofertas recentes no país. Em Xangai, o IPO da MetaX atraiu cerca de US$ 444 bilhões no fim de 2025.
  • Equatorial fica com 30% da Copasa em privatização. Minas Gerais arrecadou R$ 8,4 bilhões com a oferta pública de ações da Copasa, que recebeu propostas de até R$ 66 bilhões. A Equatorial pagará R$ 5,6 bilhões pela participação.

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