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Aposta de Lula em crédito para táxis e apps pode travar

Governo discute reforço do Fundo Garantidor de Investimentos para linha de até R$ 30 bilhões para táxis e motoristas de aplicativo, sem consenso

Bruno Lavieri: problema das garantias é complexo, dado que o financiamento do automóvel não seguirá padrões tradicionais — Foto: Ana Paula Paiva/Valor
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  • O governo prevê uma linha de financiamento de até R$ 30 bilhões para a aquisição de automóveis de até R$ 150 mil por motoristas de aplicativo e taxistas.
  • A medida busca ampliar o apoio a esse grupo, mas corre o risco de não sair do papel.
  • Governo e setor privado não chegaram a um consenso sobre a necessidade de reforçar o Fundo Garantidor de Investimentos (FGI).
  • O empréstimo deve entrar em operação na próxima sexta-feira, dia 19.
  • O tema é visto como complexo, pois o financiamento do automóvel não seguirá padrões tradicionais.

A linha de financiamento de até R$ 30 bilhões para a compra de automóveis por motoristas de aplicativo e taxistas pode enfrentar entraves, conforme o governo e o setor privado discutem garantias. O crédito é destinado a veículos de até R$ 150 mil e tem o objetivo de aproximar o governo de um público com perfil mais oposicionista, segundo apuração de fontes próximas ao tema.

A proposta prevê que o empréstimo entre em operação na próxima sexta-feira, dia 19. O ponto de discórdia entre os agentes é a necessidade de reforçar o Fundo Garantidor de Investimentos (FGI), cuja criação ou ampliação ainda não conta com consenso entre governo e setor privado.

Contexto do financiamento

  • O impasse gira em torno de como garantir os recursos e a viabilidade do crédito, dado que o financiamento de automóveis não segue padrões tradicionais.
  • A discussão envolve gestores públicos e representantes do setor privado, que defendem diferentes modelos de garantia para reduzir risco de inadimplência.

Fontes ouvidas apontam que o tema envolve riscos e impactos fiscais, além da necessidade de mecanismos para evitar impacto sobre o Tesouro. As propostas em estudo buscam equilíbrio entre ampliar acesso a crédito e manter responsabilidade fiscal, sem estimativas oficiais finais até o momento.

Bruno Lavieri tem destacado que o problema das garantias é complexo, especialmente pela natureza do financiamento de automóveis, que demanda garantias específicas. A gestão avalia caminhos para assegurar o crédito sem comprometer a disciplina orçamentária.

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