- Um jovem de dezoito anos morreu em Nova York após cair de uma carruagem puxada por cavalos em Central Park, onde participava de um passeio com outras três pessoas.
- O motorista afastou-se para tirar uma foto do grupo; o cavalo, que ficou desgovernado, bateu em outra carruagem e tombou, ferindo o jovem gravemente.
- As três outras pessoas não precisaram de atendimento, de acordo com relatos.
- O presidente da Transport Workers Union Local 100 disse que o motorista não deve deixar a carruagem sozinha para fotografar e reforçou a necessidade de uma investigação completa.
- O caso ocorre uma semana após a morte de um cavalo em Central Park; autoridades estudam a retirada das carruagens, com o apoio do prefeito, e a aprovação de leis como a Ryder’s Law para encerrar o serviço em dois anos.
Um jovem de 18 anos morreu após cair de uma carruagem puxada por cavalos em Nova York, no Central Park. O condutor saíu para fotografar o grupo, deixando o coche e o animal sozinhos.
O cavalo partiu em disparada, atingiu outra carruagem e tombou. Os três acompanhantes não sofreram ferimentos aparentes, segundo a polícia e a imprensa local.
A vítima, identificada localmente como turista vindo da Índia, foi levada para o hospital, onde acabou falecendo. As circunstâncias do acidente estão sendo apuradas.
Um vice-presidente do sindicato dos trabalhadores do transporte afirmou que o motorista deveria manter a distância da sela e não abandonar o coche para fotos, e pediu uma investigação completa.
No início da última semana, outro episódio envolvendo cavalos de carruagem ocorreu em Central Park, com a morte de Deniz, após ingestão de planta tóxica, conforme resultados iniciais da autópsia.
As carruagens são uma atração turística, porém já enfrentam críticas de defensores dos direitos dos animais. Banir o serviço é tema recorrente no debate público.
Uma vereadora estadual destacou que os incidentes mostram riscos para cavalos e pessoas e defendeu mudanças legais para encerrar gradualmente a atividade, com foco na transição para trabalhadores.
Outra vereadora afirmou estar horrorizada com o que chamou de tragédias repetidas, destacando a necessidade de reduzir riscos à segurança pública e ao bem-estar animal.
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