- O Banco Central elevou o C6 Bank da categoria S3 para S2, que exige porte igual ou superior a 1% do PIB.
- O C6 atua desde 2019, tem 40 milhões de clientes e é sócio do banco americano J.P. Morgan.
- A mudança implica regras regulatórias mais rigorosas; a classificação S1 a S5 foi criada pelo CMN em 2017 para regulação prudencial.
- Para subir a S2, a instituição precisa atender aos requisitos por três semestres consecutivos; hoje o S2 tem 11 integrantes.
- O C6 terminou o último ano com lucro líquido de R$ 2,5 bilhões, carteira de crédito de R$ 89,3 bilhões e ativos de R$ 148 bilhões.
O C6 Bank foi elevado pelo Banco Central da categoria S3 para S2. A instituição entrou em operação em 2019 e hoje atende cerca de 40 milhões de clientes, com participação societária do americano J.P. Morgan.
Segundo a diretoria, a mudança representa um passo natural na trajetória de crescimento sólido e sustentável, ainda que traga regras regulatórias mais rigorosas. A transição ocorreu sem anúncio direto do BC, aparecendo na atualização trimestral do IFData.
A classificação S2 exige regulatória e economicamente mais exigente, com teto de 1% do PIB para o porte mínimo. A mudança ocorre após três semestres consecutivos que comprovam o atendimento aos requisitos. O S2 já soma 11 instituições, incluindo o Nubank, XP e Safra.
Apesar da elevação, o BC não divulga comunicado específico de promoção entre categorias. Dados do primeiro trimestre mostram o C6 ainda no S3, sinalizando atualização gradual de informações no sistema. O banco encerrou o último ano com lucro líquido de R$ 2,5 bilhões.
Com a inclusão do C6, o S2 passa a ter 11 integrantes, entre eles BNDES, Nubank, XP, Safra, Sicredi, Sicoob, Citi, Banrisul, BV e Banco do Nordeste. O conjunto representa um grupo relevante na regulação prudencial do sistema financeiro.
Entre na conversa da comunidade