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Preço dos alimentos em maio: o que subiu e caiu

IPCA de maio avança 0,58%, alimentos em casa sobem 1,65% com batata-inglesa, tomate e cebola; café moído e frutas recuam.

Inflação — Foto: ALOISIO MAURICIO/FOTOARENA/FOTOARENA/ESTADÃO CONTEÚDO
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  • O IPCA subiu 0,58% em maio, desacelerando frente a abril, segundo o IBGE.
  • Alimentos consumidos em casa ficaram 1,65% mais caros; batata inglesa (+44,69%), tomate (+20,62%) e cebola (+16,80%) tiveram altas expressivas, enquanto o café moído (-2,38%) e as frutas (-0,70%) ficaram mais baratos.
  • O grupo Alimentação e Bebidas contribuiu com 0,29 ponto percentual do IPCA, puxado pela inflação de itens de casa.
  • A habitação avançou 1,22%, com a conta de luz residencial subindo 3,67% e a bandeira tarifária amarela adicionando 1,885 na conta a cada 100 kWh.
  • Saúde e cuidados pessoais aumentaram 0,90%, impulsionados por itens de higiene (+1,95%) e planos de saúde (+0,50%).

O IPCA de maio ficou em 0,58%, segundo o IBGE, desaceleração frente abril, quando houve alta de 0,67%. Mesmo com o recuo, os alimentos compravam pressão sobre a inflação. O grupo Alimentação e Bebidas subiu 1,33% e respondeu por 0,29 ponto percentual do índice.

Alimentos consumidos em casa tiveram alta média de 1,65% em maio. Destaques: batata-inglesa (+44,69%), tomate (+20,62%), cebola (+16,80%) e carnes (+1,39%). O gerente do IPCA, José Fernando Gonçalves, atribui as altas a menor oferta e ao custo de frete com a elevação dos combustíveis.

Em contrapartida, alguns itens recuaram: café moído (-2,38%) e frutas (-0,70%). Comer fora de casa também ficou mais caro, com alta de 0,49%, mas com desaceleração nos lanches e refeições em comparação com abril.

Alimentos que mais encareceram

  • Batata-inglesa: +44,69%
  • Pepino: +44,3%
  • Tomate: +20,62%
  • Cebola: +16,80%
  • Morango: +16,6%
  • Cenoura: +8,93%
  • Feijão-carioca: +6,44%
  • Leite de coco: +5,14%
  • Filé-mignon: +4,48%
  • Carne-seca e de sol: +4,09%
  • Picanha: +3,97%
  • Sal: +3,76%
  • Couve-flor: +3,66%
  • Brócolis: +3,65%
  • Banana-da-terra: +3,27%
  • Peito: +3,18%
  • Mamão: +2,97%
  • Peixe-sardinha: +2,79%
  • Melão: +2,78%
  • Lagarto redondo: +2,63%

Alimentos que mais baratearam

  • Abobrinha: -11,43%
  • Laranja-lima: -9,87%
  • Peixe-cavala: -9,37%
  • Peixe-palombeta: -9,21%
  • Peixe-serra: -9,03%
  • Laranja-baía: -7,40%
  • Pimentão: -6,99%
  • Maracujá: -6,23%
  • Peixe-anchova: -5,29%
  • Açaí (emulsão): -5,19%
  • Peixe-castanha: -5,08%
  • Peixe-corvina: -4,08%
  • Banana-d’água: -4,01%
  • Inhame: -3,99%
  • Batata-doce: -3,71%
  • Peixe-pescada: -3,71%
  • Peixe-dourada: -3,60%
  • Peixe-cação: -3,20%
  • Caranguejo: -2,70%
  • Polpa de fruta (congelada): -2,50%

Outros impactos aparecem após os alimentos. A Habitação subiu 1,22% no mês, com reajustes na energia elétrica residencial, que avançou 3,67%. A bandeira tarifária amarela também esteve em vigor, elevando a conta de luz.

No grupo Saúde e cuidados pessoais, a inflação ficou em 0,90%, puxada por itens de higiene (+1,95%), perfumes (+4,42%) e reajustes nos planos de saúde (médio +0,50%).

Desempenho por grupos

  • Alimentação e bebida: 1,33%
  • Habitação: 1,22%
  • Artigos de residência: 0,08%
  • Vestuário: 0,62%
  • Transportes: -0,46%
  • Saúde e cuidados pessoais: 0,90%
  • Despesas pessoais: 0,41%
  • Educação: 0,00%
  • Comunicação: 0,23%

A inflação de maio na Habitação foi impulsionada pela energia elétrica, com maior contribuição individual dentre os itens. O cenário de bandeira amarela elevou custos de consumo elétrico, impactando famílias em várias capitais. As informações são do IBGE, base para o IPCA de maio.

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