- Mais de um milhão de pessoas já tiraram a nova CNH pelo programa do governo entre janeiro e maio, o maior volume da última década.
- A redução de custos pode chegar a oitenta por cento, dependendo do estado, e o processo pode ser iniciado pelo aplicativo ou pelo site do Ministério dos Transportes.
- O conteúdo teórico é gratuito, e após os exames o candidato pode escolher entre autoescola tradicional ou instrutor credenciado autônomo.
- A economia para as famílias supera dois bilhões de reais.
- O Brasil tem mais de setenta e dois milhões de CNHs ativas; entre janeiro e maio, quase quatrocentos e trinta mil motoristas foram multados por dirigir sem CNH.
Mais de um milhão de pessoas já tiraram a nova CNH por meio do programa do governo federal, registrado entre janeiro e maio. O alcance é o maior para esse período na última década.
O beneficiado citado é Henrique, de 18 anos, que iniciou o processo já sem pagar pela parte teórica. Ele diz ter considerado o custo mais acessível e planeja fazer algumas aulas para ir bem na prova.
A redução de custos pode chegar a até 80%, variando conforme o estado. O processo passou a ser iniciado pelo aplicativo ou site do Ministério dos Transportes, com conteúdo teórico acessível gratuitamente.
A mudança também simplificou etapas: após exames médicos e psicológicos, o candidato pode escolher entre autoescolas tradicionais ou instrutores autônomos credenciados. A ampliação da adesão já impacta a primeira habilitação.
Impacto financeiro e adesão
Segundo o governo, a economia gerada às famílias ultrapassa R$ 2 bilhões. Hoje o Brasil tem mais de 72 milhões de CNHs ativas, enquanto mais de 100 milhões de pessoas ainda não possuem habilitação.
Entre janeiro e maio, quase 430 mil motoristas foram multados por dirigir sem CNH, indicador usado para medir o cenário de regularização no país. O programa segue em implementação e mira ampliar o acesso à habilitação.
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