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Bancos dos EUA liberam home office para reduzir tráfego durante a Copa

Bancos de Wall Street liberam temporariamente o trabalho remoto para reduzir congestionamentos na Copa do Mundo, com foco em Nova York

Torcedores acompanham da Times Square, em Nova York, estreia dos Estados Unidos na Copa do Mundo
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  • Goldman Sachs e JPMorgan Chase flexibilizam temporariamente o trabalho presencial, permitindo trabalho em casa nos dias de jogos da Copa do Mundo.
  • A medida busca evitar problemas de deslocamento e congestionamento nas cidades-sede, incluindo Nova York, onde há oito jogos programados.
  • O Citigroup também incentiva funções híbridas a trabalharem remotamente nas cidades-sede durante o torneio.
  • O memorando, analisado pelo Financial Times, indica aplicação da política nos EUA, Canadá e México.
  • Historicamente, o Goldman Sachs foi um dos primeiros a encerrar o home office na pandemia, enquanto o JPMorgan já havia sinalizado retorno ao escritório.

O Goldman Sachs e o JPMorgan Chase flexibilizaram, de forma temporária, o retorno ao escritório durante a Copa do Mundo. Funcionários podem solicitar trabalhar de casa nos dias de jogos, para evitar pressão de deslocamento nas cidades-sede, incluindo Nova York.

Também segundo fontes, o Citigroup adotou política semelhante, mantendo funções híbridas e incentivando remoto nas cidades-sede durante o torneio. A medida visa reduzir congestionamentos esperados com a realização de oito jogos na região de Nova York e Nova Jersey.

Contexto logístico

Segundo o Financial Times, a política do JPMorgan vale para EUA, Canadá e México. A Copa do Mundo de 2026 traz grande fluxo de torcedores e deslocamentos intensos, o que impacta redes de transporte locais. Atividades presenciais permanecem opcionais conforme necessidade de cada equipe.

Histórico das lideranças

David Solomon, CEO do Goldman Sachs, já criticou o home office no passado, chamando-o de aberração. Jamie Dimon, chefe do JPMorgan, também se posicionou contrariamente às políticas de trabalho remoto em discursos internos. As decisões atuais sinalizam flexibilização temporária para o período da Copa.

Observação adicional

O Goldman Sachs foi grupo entre os primeiros a encerrar o trabalho remoto na pandemia. O JPMorgan já planejou retornos ao escritório mais agressivos em anos anteriores, antes da nova flexibilização durante o torneio.

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