- A Universidade Católica de Brasília concluiu o estudo para criar o Polo Criativo Tecnológico do Setor Comercial Sul, com apoio da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) no valor de R$ 1,5 milhão.
- O projeto tem parceria da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e da Universidade de Brasília (UnB) e define diretrizes para estruturar o polo na região central de Brasília.
- O diagnóstico mostrou mais de 5,5 mil CNPJs no local e 482 entrevistas com estabelecimentos, já reunindo restaurantes, galerias, teatros e empresas de tecnologia e consultoria.
- O plano estratégico para 2026 a 2036 apresenta um ecossistema urbano, produtivo e cultural, com hubs de inovação, reocupação de imóveis, formação de talentos e suporte ao empreendedorismo.
- Há proposta de governança permanente com participação de diferentes atores para fortalecer a coordenação das ações e reposicionar o SCS como território de prática criativa e tecnológica.
A Universidade Católica de Brasília (UCB) concluiu um estudo para a criação do Polo Criativo Tecnológico do Setor Comercial Sul (SCS). O projeto teve financiamento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), que investiu R$ 1,5 milhão por meio do programa Desafio DF. A parceria envolveu a Secti-DF e a UnB.
O material reúne relatórios técnicos para orientar a estruturação e implementação do polo na área central de Brasília. O SCS é uma das regiões mais tradicionais da capital, com intensa circulação de pessoas e serviços variados.
Os documentos destacam desafios como imóveis ociosos, degradação da área e baixa permanência de público em determinados horários. A proposta é promover ações integradas para revitalizar o espaço urbano.
Retrato do Setor Comercial Sul
Para o diretor-presidente da FAPDF, Leonardo Reisman, o estudo reforça a importância de basear políticas públicas em dados. A gestão pública deve partir de evidências para construir o ecossistema de inovação da cidade.
A primeira etapa mapeou o ecossistema criativo e social local por meio de dados, entrevistas e observação de campo. Foram registrados mais de 5,5 mil CNPJs e 482 entrevistas com estabelecimentos.
O SCS já abriga restaurantes, bares, galerias, pequenos teatros e empresas de tecnologia. A proposta é articular essas vocações com novas oportunidades de negócio e inovação.
Plano estratégico e propostas
A segunda fase apresenta um planejamento para 2026 a 2036. O polo deve ser visto como ecossistema urbano, produtivo e cultural, com ações de curto, médio e longo prazo. Dentre as diretrizes, destacam-se hubs de inovação, retrofit de imóveis, formação de talentos e atração de negócios.
A terceira etapa envolve um modelo urbano, com laudo técnico, maquete digital 3D e cenários de intervenção. As propostas priorizam melhoria do espaço público, acessibilidade, mobilidade e ocupação de áreas subutilizadas.
O estudo recomenda uma estrutura de governança permanente, com participação de diversos atores do SCS, para fortalecer a coordenação das ações. O objetivo é reposicionar a área no imaginário da população.
Com a conclusão, o material oferece base técnica para decisões futuras sobre governança, ocupação, cultura, inovação e desenvolvimento econômico na região central de Brasília.
- Com informações da Agência Brasília
*Uma ferramenta de IA foi usada para auxiliar na produção desta reportagem, sob supervisão editorial humana.*
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