- A economista da Natixis CIB para Ásia-Pacífico, Alicia García-Herrero, afirma que o acordo provisório para reabrir o Estreito de Hormuz reduz temores de inflação iminente.
- Segundo ela, isso pode dar ao Federal Reserve mais flexibilidade nas decisões sobre a trajetória das taxas de juros.
- A leitura é de que menor pressão inflacionária tende a influenciar as expectativas sobre movimentos futuros de política monetária nos EUA.
- A avaliação aponta que a conclusão do acordo alivia parte das preocupações de mercado, mas não detalha impactos específicos sobre prazos ou valores.
Acordo provisório para reabrir o Estreito de Hormuz reduz temores de inflação futura, segundo Alicia García-Herrero. A pesquisadora do Natixis CIB, chefe para Asia Pacific, afirma que esse desfecho oferece mais fôlego para decisões de política monetária dos EUA. O comentário aponta que a intervenção pode atenuar pressões de preços ligadas a energia.
Atenção dos mercados se volta para possíveis impactos na inflação global, especialmente em commodities, após o sinal de flexibilização. A estudiosa destaca que, com o benefício para o fornecimento de petróleo, o Fed poderá ajustar o ritmo de altas de juros de forma mais contida.
Analistas avaliam que o acordo pode reduzir a probabilidade de correções agressivas na política monetária norte-americana no curto prazo. A avaliação de García-Herrero é de que a resposta do Fed dependerá de evolução de preços e de indicadores macroeconômicos nos próximos meses.
Perspectivas para o Fed
- O texto ressalta que qualquer mudança dependerá de dados.
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