- O Tesouro IPCA+ a 8% pode dobrar o valor investido em seis anos, mesmo após impostos, segundo simulação.
- A simulação usa IPCA de cinco por cento ao ano e não considera taxa da instituição financeira, partindo do vencimento até o fim do prazo.
- Exemplo: um aporte de 1 milhão de reais no Tesouro IPCA+ 2032 renderia a 2 milhões de reais no resgate.
- Em comparação, o Tesouro Selic de longo prazo renderia, líquidos, cerca de 1,512 milhão de reais para o mesmo valor investido.
- A NTN-B mais longa (vencimento em 25 anos) mostraria multiplicação de capital em 14 vezes; recomenda-se construir a carteira gradualmente, com equilíbrio entre ativos pós-fixados e condições de risco.
O Tesouro IPCA+ a 8% de rentabilidade mostrou, em simulação, potencial de dobrar o valor investido em seis anos. A análise usa o simulador do Tesouro Direto e considerou IPCA de 5% ao ano, sem incluir taxas da instituição financeira, com o investimento até o vencimento.
O estudo destaca que um aporte de 1 milhão de reais no IPCA+ 2032 poderia render 2 milhões ao fim do período, mesmo após a incidência de impostos. O cenário é apresentado como referência para entender o poder de retorno da atual janela de juros.
Em comparação, o Tesouro Selic, na opção mais longa, renderia líquido cerca de 1,51 milhão de reais para o mesmo valor investido, considerando 10,08% de rentabilidade bruta anual. A NTN-B mais longa multiplica o capital em 14 vezes ao longo de 25 anos.
Simulação e desdobramentos
A simulação não prevê tributação nem custos de corretagem, repetindo que muitos agentes financeiros mantêm taxas zeradas para títulos públicos. O objetivo é mostrar a relação entre juros reais elevados e o desempenho de títulos atrelados à inflação.
Os resultados reforçam a necessidade de diversificação. Investidores são orientados a construir posições gradualmente, combinando ativos pós-fixados com CDI, para equilibrar riscos e aproveitar o atual patamar de juros.
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