- Marcos Braga, CEO do Amigos do Mercado, afirma que a IA não substitui a conquista da confiança na publicidade.
- Ele diz que a IA realiza tarefas repetitivas e que o profissional precisa criar prompts eficientes, mantendo a criatividade.
- O networking continua essencial para o setor.
- Braga comenta, na TV 3.0, que há mais troca entre os players, o que torna a publicidade mais customizada, sem que a TV aberta desapareça.
- a declaração foi feita durante a Semana do Mídia, em entrevista ao Link News com Gustavo Toledo.
Na Semana do Mídia, a Record News recebeu Marcos Braga, CEO do Amigos do Mercado, para discutir o impacto da inteligência artificial no setor publicitário. O debate destacou a importância da confiança na relação com marcas, além de analisar as transformações provocadas pela IA.
Braga afirmou que a IA não substitui a conquista da confiança, elemento central para custos e resultados. Segundo ele, a IA assume tarefas repetitivas, liberando o profissional para estruturar bons prompts e criar estratégias criativas. O networking também foi apontado como fator decisivo nessa relação.
Além disso, o publicitário comentou sobre a TV 3.0, descrevendo-a como uma etapa que favorece maior troca entre plataformas e anunciantes. Ele ressaltou que, mesmo com inovações, a TV aberta não perderá relevância, mas poderá ganhar publicidade mais personalizada por meio da troca de dados e formatos.
TV 3.0 e mudanças na mídia
Na visão de Braga, a nova fase da televisão amplia as possibilidades de customização das campanhas, sem abandonar a atuação tradicional da TV aberta. O diálogo entre veículos, plataformas e anunciantes aparece como facilitador de estratégias mais direcionadas, segundo o executivo.
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