- Brasil registrou inflação de 4,72% em maio, acima da meta do Banco Central (3% ± 1,5 p.p.).
- Equador teve desaceleração: IPC caiu para 0,92% em maio em relação ao ano anterior.
- Venezuela permanece com a inflação mais alta do mundo: 524% em maio.
- Argentina mostrou IPC em 33,6% em maio, ainda acima de 30% apesar da redução recente.
- Outros destaques regionais: México 3,94%, Colômbia 5,84% e Chile 3,9% em maio.
A inflação na América Latina em maio de 2026 apresentou um quadro variado: enquanto alguns países seguem com alta aceleração, outros mostram queda ou deflação. Dados oficiais indicam desde 524% na Venezuela até 0,92% no Equador, com Costa Rica registrando deflação de -0,97%.
No Brasil, a inflação interanual chegou a 4,72% em maio, após 4,39% em abril. O ritmo permanece acima da meta central do Banco Central, que tolera 3% com margem de ±1,5 ponto. O cenário contrasta com o México, onde a inflação ficou em 3,94% no mês.
A Argentina mantém uma inflação elevada, com IPC de 33,6% em maio, ainda acima de três décadas de metas. O governo conseguiu reduzir o ritmo desde o pico de 292,4% em abril de 2024, mas não conseguiu manter o nível abaixo de 30%.
A Colômbia registrou 5,84% de inflação anual em maio, repetindo o quarto mês de alta consecutiva. O Chile também mostrou variações: o IPC interanual caiu para 3,9% em maio, após subir para 4% em abril, influenciado por custos de combustíveis.
Na região, o Equador destacou-se pela desaceleração, com IPC caindo de 2,6% para 0,92% em maio. A Bolívia também reduziu o ritmo, ainda que partindo de níveis elevados, com alta de 12,51% nos últimos 12 meses, ante 24,86% em julho de 2025.
Principais destaques
Brasil mantém inflação acima da meta em maio, em 4,72%,
enquanto México fica alinhado aos limites do Banco Central.
Argentina continua com inflação elevada, em 33,6%.
Panorama regional
Venezuela segue com a maior inflação da região, em 524%, embora haja queda frente a abril.
Equador registra o menor ritmo entre os grandes, com 0,92% em maio, sinal de desaceleração.
Costa Rica registra deflação de -0,97%, posição incomum na região.
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