- A proteína ganhou espaço no varejo brasileiro, indo além das lojas especializadas e ganhando as gôndolas de supermercados, atacarejos e redes de conveniência.
- Segundo a ABIAD, o consumo de suplementos alimentares está presente em 59% dos lares brasileiros, com aumento de 10% em relação a 2015.
- Na APAS Show 2026, houve exemplos como a parceria entre Atlhetica Nutrition® e Bob’s Em Casa, que transformou milk shake de morango em versão com whey protein.
- O mercado global de suplementos proteicos foi estimado em US$ 29,78 bilhões em 2025 e pode alcançar US$ 63,22 bilhões até 2033, com CAGR de aproximadamente 10,3%.
- A tendência aponta para produtos proteicos que combinam conveniência, sabor e funcionalidade, expandindo o público e os momentos de consumo.
A proteína chega ao varejo alimentar em ritmo acelerado, acompanhando mudanças no consumo brasileiro. Produtos proteicos, antes restritos a lojas especializadas, ganham espaço em supermercados, atacarejos e redes de conveniência. O movimento foi destacado na APAS Show 2026, em São Paulo.
Segundo dados da ABIAD, o consumo de suplementos alimentares cresce no Brasil e já está presente em 59% dos lares, alta de 10% desde 2015. A categoria amplia o foco para além do público esportivo, influenciando hábitos de compra.
APAS Show 2026 evidencia mudanças
A feira, realizada entre 18 e 21 de maio, reuniu players de alimentos, bebidas e varejo. Entre os destaques, a parceria Atlhetica Nutrition e Bob’s Em Casa, que adaptou milk shake de morango para uma versão com whey protein.
Ricardo de Angelis, fundador da Atlhetica Nutrition, afirma que o cliente busca conveniência, sabor e função. A proposta integra suplementação e experiências de consumo conectadas ao dia a dia do consumidor.
Perspectivas de mercado
A demanda por proteína acompanha tendências globais de indulgência com funcionalidade. Pesquisas como Mintel e FMCG Gurus indicam maior interesse em alimentos proteicos no varejo tradicional, além de categorias ligadas à suplementação funcional.
Estudos internacionais apontam crescimento no mercado global de proteicos. A Grand View Research estima US$ 29,78 bilhões em 2025, com projeção de US$ 63,22 bilhões até 2033, a 10,3% de CAGR. No Brasil, observa-se expansão similar.
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