- Queda de preços de commodities e maior chance de reeleição de Lula pressionam os mercados locais nesta sessão.
- Dólar à vista sobe 0,53%, a R$ 5,0934, com o real entre as moedas com pior desempenho entre as 33 mais líquidas.
- Euro avança 0,68%, para R$ 5,9091.
- Ibovespa recua 0,54%, para 169.487 pontos; nos EUA, S&P 500 e Nasdaq caem.
- Juros futuros: DI de janeiro de 2028 sobe a 14,43%; rendimento do Título do Tesouro americano de dez anos cai para 4,448%.
O petróleo em queda, aliada à percepção de maior chance de reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pressiona os ativos locais nesta sessão. O cenário externo mais incerto acompanha decisões do Fed, elevando a volatilidade em mercados com notícias próprias.
O câmbio mostra deterioração: o dólar à vista sobe 0,53%, a R$ 5,0934, enquanto o real é o pior entre as 33 moedas mais líquidas. Operadores veem o mercado como espaço para entrada de dólares na véspera da decisão do Fed.
No Ibovespa, o pregão aponta queda de 0,54%, aos 169.487 pontos. No exterior, S&P 500 cai 0,17% e Nasdaq recua 0,33%, influenciados por processo de ajuste de ações globais.
A curva de juros DIP para janeiro/2028 sobe para 14,43%. Do lado externo, o rendimento do título de 10 anos dos EUA cai para 4,448%. Movimentos refletem expectativas sobre política monetária e cenário fiscal.
Cenário externo e impactos locais
A cautela se intensifica diante da decisão do Fed prevista para amanhã, que pode direcionar fluxos globais de capitais. Mercados locais permanecem atentos a sinais de volatilidade.
Pesquisas indicam maior probabilidade de o candidato da esquerda manter vantagem, alimentando dúvidas sobre espaço para cortes de juros no curto prazo. Esse fator é citado como um elemento de incerteza fiscal.
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