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SoftBank reduz apostas em tecnologia na América Latina conforme arrefece o boom de VC

SoftBank reduz investimentos em startups da América Latina, concentrando-se em empresas do portfólio enquanto o boom de venture capital enfraquece na região

SoftBank Group Corp. is struggling to find startups in Latin America ready for major investments, underscoring how sharply the tech boom there has cooled since attracting record levels of venture capital only a few years ago.
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  • SoftBank tem reduzido investimentos em startups na América Latina, concentrando-se em empresas do portfólio existente em vez de novos negócios.
  • A retração ocorre em meio a uma desaceleração do mercado de venture capital na região, que viveu um pico histórico há alguns anos, com atualmente menor fluxo de capital.
  • A estratégia da empresa na região tem sido mais seletiva e cautelosa, com menor agressividade em novos accords de investimento.
  • O chefe da operação latino-americana, Marcelo Claure, tem priorizado a consolidação de investimentos existentes e a busca por oportunidades em outras regiões.
  • Entre as empresas no portfólio na região estão a Rappi e a Loft; a SoftBank continua vendo potencial na economia digital da América Latina, mas enfrenta desafios de valorização e financiamento.

SoftBank Group Corp. está reduzindo investimentos relevantes em startups na América Latina, sinalizando arrefecimento do boom de venture capital na região. A empresa vem priorizando companhias já em seu portfólio, em vez de firmar novas operações.

A estratégia atual ocorre em meio a desvalorizações de startups, maior competição e mudanças no apetite de investidores. Pessoas próximas ao assunto afirmam que a SoftBank está sendo mais seletiva e cautelosa.

Marcelo Claure, chefe da área na América Latina, foca na consolidação de investimentos existentes e na busca por oportunidades em outras regiões. O objetivo é sustentar o portfólio e explorar parcerias estratégicas.

Entre os ativos da empresa na região estão Rappi, serviço de entrega, e Loft, plataforma de imóveis. Mesmo com o ajuste, a SoftBank mantém visão de potencial para o ecossistema digital latino-americano.

A notícia destaca que o ambiente de captação de recursos na região esfriou desde o pico de 2021, quando atraiu US$ 4,4 bilhões. O ajuste de SoftBank reflete amadurecimento e desafios do mercado local.

A equipe corporativa afirma que a recorrência de ciclos de capital é natural e que as condições são mutáveis. A estratégia atual enfatiza apoio a negócios existentes e parcerias, em vez de grandes novas ofertas de investimento.

O recuo de investimentos agressivos na América Latina evidencia um cenário mais prudente para startups. Investidores passam a avaliar valuations com maior rigor e menor liquidez no curto prazo.

O contexto sugere que startups da região precisarão navegar em um ambiente mais desafiador, com foco em eficiência, geração de caixa e models de crescimento resistentes.

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