- Vendas do comércio recuaram 1,5% em abril ante março, na série livre de influências sazonais, interrompendo o patamar recorde da PMC.
- O recuo marca a primeira queda de 2026 após três meses de alta.
- O patamar histórico foi alcançado nos meses anteriores por causa do impulso inicial, gerando efeito de base que reduziu o impacto da queda.
- A PMC acompanha o comportamento do comércio varejista no Brasil, apurando a receita bruta de revenda de empresas formais com 20 ou mais empregados.
- O levantamento abrange onze atividades do varejo, incluindo combustíveis, supermercados, vestuário, móveis, livros, informática, artigos de uso pessoal, veículos, construção e atacado de alimentos.
O volume de vendas do comércio brasileiro caiu 1,5% em abril, na comparação com março, na série livre de influências sazonais, segundo o IBGE. Com isso, o setor interrompe o ritmo de alta e perde o patamar recorde da PMC em meses anteriores.
A queda ocorre após três meses seguidos de crescimento, gerando efeito de base. O patamar histórico da série da PMC, que o IBGE acompanha desde 2000, ficou abaixo do pico registrado antes.
A PMC é a pesquisa que acompanha o comportamento do comércio varejista no Brasil. Ela apura a receita bruta de revenda de empresas formais com 20 ou mais empregados e cuja atividade principal é o varejo.
O levantamento do IBGE considera 11 atividades do varejo nacional, incluindo combustíveis, supermercados, vestuário, móveis, artigos farmacêuticos, papelaria, informática, itens de uso pessoal e doméstico, veículos, materiais de construção e alimentos por atacado.
Os resultados ajudam a entender a dinâmica do varejo brasileiro ao longo do ano, mantendo o foco em dados oficiais para monitorar o desempenho do comércio e suas oscilações; a base de comparação é março para abril.
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