- A B3 registrou R$ 22 bilhões em follow-ons até junho, aumento de 436% em relação ao mesmo período de 2025, quando ficou em R$ 4 bilhões.
- A maior parte desse volumes veio da Azul, com mais de R$ 12 bilhões em follow-ons.
- Outras companhias com operações desse tipo incluem Moura Dubeux, Vitru, Pague Menos e Copasa, sendo a Copasa responsável por mais de R$ 8 bilhões.
- Apesar do crescimento, o número de IPOs é baixo; o Compass realizou um IPO em maio, levantando cerca de R$ 3 bilhões, e o último antes foi em setembro de 2021 (Vittia).
- O Ibovespa permanece na faixa de 170 mil pontos, com alta de mais de 23% no ano, mas queda de aproximadamente 6% no último trimestre.
A B3 registrou até junho R$ 22 bilhões em follow-ons, crescimento de 436% em relação ao mesmo período de 2025, quando o volume foi de R$ 4 bilhões. O movimento indica recuperação de captação e maior liquidez para ações já listadas.
Boa parte do volume é puxado pela Azul, que sozinha supera R$ 12 bilhões em follow-ons. A companhia, que vinha de saída do Chapter 11 nos EUA, utiliza a estratégia para reorganizar seu capital e financiar projetos.
Outras empresas com captações significativas incluem Moura Dubeux, Vitru, Pague Menos e Copasa, sendo esta última responsável por mais de R$ 8 bilhões do total. O mercado continua privilegiando operações de ajuste societário e liquidez de ações.
Embora o aumento seja expressivo, o número de IPOs permanece baixo. Em maio, a Compass realizou seu IPO, levantando aproximadamente R$ 3 bilhões, o que ocorreu após o último IPO ter acontecido em setembro de 2021. Vittia é outra empresa listada recentemente.
O Ibovespa gira em torno de 170 mil pontos. O ano de 2025 teve alta superior a 23%, mas o desempenho caiu no último trimestre, com queda próxima de 6%. O movimento geral sinaliza volatilidade ainda presente no mercado brasileiro.
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