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GM usará fábrica no Ceará para produzir Captiva híbrida e Celta elétrico

GM acelera montagem no Ceará com Captiva híbrido e possível Celta elétrico; fábrica mira 20 mil veículos/ano, podendo chegar a 50 mil na segunda etapa

GM vai usar fábrica no Ceará para fazer Captiva híbrido e “Celta” elétrico
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  • A GM vai usar a fábrica de Horizonte, no Ceará, para montar o Captiva híbrido e um possível modelo elétrico similar ao “Celta”, com motorização inédita.
  • A montadora não confirmou oficialmente os dois modelos, mas sinalizou o avanço de veículos elétrificados fora das unidades tradicionais do Brasil, usando kits semi desmontados (SKD) vindos da parceria com a SAIC.
  • O rumor do mercado aponta o Bingo Pro como possível “Celta elétrico”, com preços agressivos previstos para replicar o posicionamento na China.
  • O portfólio ligado aos recursos da SAIC envolve o Wuling Bingo e o Bingo Pro, com opções de baterias de 32 kWh ou 38 kWh e autonomia de até 400 quilômetros.
  • A planta cearense está recebendo investimentos para chegar a 20 mil veículos por ano, com possibilidade de ampliar para 50 mil na segunda etapa.

A General Motors confirmou que vai recorrer à fábrica de Horizonte, no Ceará, para montar o Captiva híbrido e o que é chamado de Celta elétrico. A mudança integra a estratégia de ampliar a produção de veículos eletrificados no Brasil, sem depender apenas das unidades tradicionais.

A operação ocorre via parceria existente entre a Pace e a SAIC, que permite a venda de veículos das marcas Wuling e Baojun no país. O Captiva com motorização inédita já foi anunciado pela GM e deve chegar ao mercado com preço competitivo até o fim do ano.

Segundo o anúncio, o veículo elétrico deve chegar sem produção completa, em parte por meio de kits semi desmontados (SKD) trazidos para montagem na planta cearense. A GM já vinha expandindo a montagem de modelos elétricos longe das plantas tradicionais.

Mudança de tema: modelos e cronograma

Neste pacote, a GM também prepara o terreno para o Bingo Pro, visto como o possível Celta elétrico. O modelo seria posicionado com preço agressivo na China e pode ganhar versão brasileira, dependendo de condições de mercado e produção.

O foco da fábrica cearense é aumentar a capacidade. A unidade já recebe aportes para chegar a 20.000 veículos por ano, com potencial de expansão para 50.000 em uma segunda etapa.

A GM não confirmou oficialmente a produção do Captiva e do Celta elétrico, mas sinalizou a intenção de manter a planta como centro de eletrificação fora das tradicionais unidades da marca. A operação envolve consórcio de empresas, e não apenas a Chevrolet.

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