- A MRS Logística inaugura o Viaduto Roberto Mattos Costa — Betão de Madureira, na Baixada Fluminense, com a presença de o Ministério dos Transportes, da Agência Nacional de Transportes Terrestres e da Prefeitura de São João de Meriti.
- A obra custou 62 milhões de reais e busca melhorar a mobilidade urbana, eliminar riscos em cruzamentos ferroviários e reduzir o tempo de espera de trens.
- O viaduto tem cerca de 355 metros de extensão e duas rotatórias de acesso: uma para a Avenida Tancredo Neves (sentido São Paulo) e outra para a Avenida Ana Brito da Silva (sentido Rio).
- A entrega faz parte do pacote de investimentos da renovação antecipada da concessão ferroviária da MRS, aprovado pelo Ministério dos Transportes, pela ANTT, pelo Tribunal de Contas da União e outros órgãos.
- A empresa afirma que a prorrogação contratual deve trazer contrapartidas visíveis fora dos trilhos, especialmente em áreas urbanas cortadas pela malha ferroviária.
A MRS Logística inaugura o Viaduto Roberto Mattos Costa — Betão de Madureira, na Baixada Fluminense, nesta quinta-feira, 18. A cerimônia é realizada ao lado do Ministério dos Transportes, da ANTT e da Prefeitura de São João de Meriti. A obra tem custo de 62 milhões de reais e visa melhorar a mobilidade urbana, eliminar riscos em cruzamentos ferroviários e diminuir o tempo de espera causado pela passagem de trens na região.
O viaduto tem cerca de 355 metros de extensão e duas rotatórias de acesso. Uma leva à Avenida Tancredo Neves, no sentido São Paulo, enquanto a outra conecta à Avenida Ana Brito da Silva, no sentido Rio de Janeiro. A estrutura deve facilitar a conexão entre a Via Dutra e a Via Light, atualmente impactadas pelas interrupções no tráfego.
Investimento e apoio institucional
A entrega faz parte do pacote de investimentos da renovação antecipada da concessão ferroviária, aprovada com aval do Ministério dos Transportes, da ANTT, do Tribunal de Contas da União e de outros órgãos de controle. A MRS afirma que a obra reforça o argumento de que a prorrogação contratual deve trazer contrapartidas visíveis também fora dos trilhos, principalmente em áreas urbanas cortadas pela malha ferroviária.
Fonte: comunicação da MRS Logística e órgãos públicos.
Entre na conversa da comunidade